Projeto Encontro com Arariboia reúne lideranças indígenas em Niterói 

Por MRNews

Lideranças indígenas de todo o país vão se reunir em Niterói, no Rio de Janeiro, no “Encontro com Arariboia”. O projeto promove debates, intervenções e atividades artísticas pautadas na herança ancestral do município. 

O evento começa nesta sexta-feira (20) e vai até domingo (22). A entrada é gratuita, mediante retirada de ingresso por meio da página bit.ly/inscricaoarariboia.

Niterói é a única cidade brasileira oficialmente fundada por um índigena, o cacique Araribóia, do povo Temiminó. Ele recebeu terras da coroa portuguesa em 1572 como recompensa por ajudar na expulsão dos franceses da Baía de Guanabara. 

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Uma das curadoras do projeto, Daiara Tukano destaca que a região é “um lugar sagrado” para os povos indígenas. 

“Antes de qualquer Ibéria e antes de qualquer América, este território é indígena. Nós somos filhos da floresta, do rio, da pedra, da terra.”

Referência

Para a organização, o objetivo é consolidar a cidade de Niterói enquanto referência de culturas indígenas no país, e esse projeto atua como um pontapé na construção de um espaço de escuta ativa e construção de saberes.

O encontro conta com a presença do escritor e ativista Ailton Krenak, o líder Marcos Terena (MS), a ativista Yakuy Tupinambá (BA) e o representante do Ministério dos Povos Indígenas Karkaju Pataxó (BA). Além de diversas lideranças da região, como Martinha Guajajara, Cacica Jurema Nunes, Carolina Potiguara e Seu Chico. 

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Tribunal de Uruçumirim

O destaque da programação é a encenação “Veredito Ancestral”, um tribunal simbólico, representado por um Conselho de Sentença. Os convidados indígenas vão julgar os acontecimentos da batalha de Uruçumirim, no século 16, que envolveu forças dos colonizadores portugueses, franceses e diferentes povos indígenas. 

O confronto marcou o final da disputa entre França e Portugal pelo controle da região, que resultou na continuidade do núcleo urbano fundado por Portugal, a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. 

Valor cultural

Para a secretária municipal das Culturas, Júlia Pacheco, é preciso reconhecer e valorizar a ancestralidade de Niterói.

“O Encontro com Arariboia reúne pensamento, arte e memória para revisitar a história da Baía da Guanabara a partir dos povos que sempre estiveram aqui. É um passo importante para fortalecer a presença indígena na cena cultural e no debate público da cidade.”

*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia.
 

China mantém taxas de empréstimos pelo décimo mês consecutivo

Por MRNews

Por EBC,

A China manteve inalteradas nesta sexta-feira (20) as taxas de juros de referência para empréstimos pelo décimo mês consecutivo em março, em linha com as expectativas do mercado.

A taxa primária de empréstimo de um ano (LPR) foi mantida em 3%, enquanto a LPR de cinco anos ficou inalterada em 3,5%.

Em uma pesquisa da Reuters com 20 participantes do mercado realizada esta semana, todos os participantes previram manutenção das duas taxas.

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A maioria dos empréstimos novos e pendentes na China é baseada na LPR de um ano, enquanto a taxa de cinco anos influencia o preço das hipotecas.

*É proibida a reprodução deste conteúdo

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Acaba nesta sexta prazo para pedir devolução de descontos do INSS

Por MRNews

Os segurados que sofreram descontos indevidos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) precisam ficar atentos. Acaba nesta sexta-feira (20) o prazo para pedir o ressarcimento de valores debitados sem autorização para associações de aposentados e pensionistas.

O prazo original se encerraria em 14 de fevereiro, mas foi prorrogado em mais de um mês por causa da reforma nos sistemas da Dataprev, estatal responsável pela tecnologia da informação da Previdência Social.

De 27 de janeiro a 1º de fevereiro, a Dataprev fez uma manutenção que deixou os sistemas indisponíveis. Para garantir o amplo direito dos beneficiários que enfrentaram instabilidades no Meu INSS em meados de janeiro, o governo estendeu o prazo.

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De acordo com o balanço mais recente do INSS, até a última segunda-feira (16) cerca de 4,34 milhões de beneficiários já foram ressarcidos, em valores que somam R$ 2,96 bilhões, de um total de 6,38 milhões de contestações de cobranças. As entidades conseguiram comprovar, por meio de documentações, 1,63 milhão de descontos contestados.

O esquema de descontos indevidos foi revelado pela Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU), que identificou fraudes em Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) firmados entre o INSS e entidades associativas. As investigações levaram ao afastamento de parte da cúpula do instituto em abril do ano passado.

A prorrogação busca assegurar que todos os lesados pelo esquema possam recuperar os valores de forma simplificada e sem necessidade de ação judicial.

Como pedir a devolução

Os beneficiários podem abrir pedidos de ressarcimento pelos canais oficiais do INSS:

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•  Aplicativo ou site Meu INSS, com login no Portal Gov.br;

• Telefone 135, com atendimento gratuito de segunda a sábado, das 7h às 22h;

• Agências dos Correios, que oferecem suporte gratuito em mais de 5 mil unidades.

 

Ministério Público fará campanha contra assédio eleitoral neste ano

Por MRNews

O Ministério Público do Trabalho (MPT) prepara nova campanha sobre assédio eleitoral em ambiente de trabalho. A data do lançamento oficial ainda não foi definida, mas o MPT já está compartilhando mensagens a respeito em seus perfis nas redes sociais, tendo em vista as eleições deste ano.

Assédio eleitoral é “a conduta do empregador que, de algum modo, constrange o trabalhador ou a trabalhadora em relação à sua orientação política, dentro de um contexto eleitoral”, explica o procurador Igor Sousa Gonçalves, coordenador nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho do MPT.

Em entrevista à Agência Brasil, ele detalha que o assédio eleitoral “é a prática do empregador que gera esse constrangimento e cerceia a liberdade dos empregados quanto à manifestação de pensamento ou até mesmo para intimidá-lo a votar ou não em determinado candidato”.

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Para Igor Sousa Gonçalves, o assédio eleitoral “é um problema para o Brasil, não só para os trabalhadores, mas também para a própria democracia. A liberdade de pensamento é um direito dos mais fundamentais.”

Voto de cabresto

Segundo ele, a intimidação por patrões e chefes funciona como “um voto de cabresto moderno”, referindo-se à prática, peculiar da República Velha (1889-1930) e antes de haver Justiça Eleitoral, em que o cidadão votava conforme instruções e ordens de um chefe político local repassadas pelo cabo eleitoral.

Casos de assédio eleitoral podem ser denunciados ao MPT pelo portal na internet, na aba “Denuncie”.

Ao acionar o MPT, o trabalhador pode apresentar comprovações do assédio como mensagens recebidas, nome de pessoas envolvidas e eventuais gravações de reuniões onde ocorreram as abordagens. “Tudo isso vai dar maior celeridade na investigação do Ministério Público do Trabalho”, ressalta o procurador.

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Cargos em disputa

No primeiro domingo de outubro (dia 4) deste ano, cerca de 150 milhões de brasileiros voltarão às seções eleitorais para escolher, com voto eletrônico, o presidente da República e também um total de 27 governadores; 54 senadores (duas vagas por unidade da Federação), 513 deputados federais, 1.035 deputados estaduais e 24 deputados distritais. Como ocorreu nos últimos pleitos, poderá haver segundo turno (dia 25) para os cargos de presidente e de governador.

De acordo com a Justiça Eleitoral, para qualquer cargo em disputa “é vedada a propaganda eleitoral ou o assédio eleitoral em ambiente de trabalho público ou privado, respondendo quem lhe der causa ou permitir sua ocorrência, nos termos da legislação vigente.”

As restrições estão previstas na Resolução nº 23.755 (2/3/2026) do Tribunal Superior Eleitoral, que dispõe sobre propaganda eleitoral.

Nas eleições de 2022, o Ministério Público do Trabalho recebeu 3.465 denúncias e 2.467 empresas ou empregadores foram denunciados. Conforme o relatório, na Região Sudeste foram registradas 1.272 denúncias (36,7% dos casos). Do Sul, vieram 988 queixas (28,5%); do Nordeste, 565 (16,3%); do Centro-Oeste, 335 (9,6%); e do Norte, 305 (8,8%).

Os dados estão no relatório de trabalho “Assédio Eleitoral – Eleições 2022”. Os cincos estados com mais denúncias foram Minas Gerais (641 casos); São Paulo (392); Paraná (365); Rio Grande do Sul (319) e Santa Catarina (304).

Serviço:

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BBB26; Milena é punida após quebrar regra e situação preocupa dentro da casa

Por MRNews

BBB26: Milena é punida após quebrar regra e situação preocupa dentro da casa

O clima segue tenso no Big Brother Brasil 26, e mais uma vez a participante Milena acabou no centro das atenções após descumprir regras do programa. A sequência de atitudes da sister durante a madrugada trouxe consequências imediatas e acendeu o alerta dentro da casa mais vigiada do país.

 

Produção age após descumprimento de regra

 

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Tudo começou logo após a eliminação de Breno, quando Milena se envolveu em uma situação envolvendo o Big Fone. Mesmo sem necessidade, a sister se aproximou do equipamento e interagiu com ele, o que é considerado infração dentro do reality.

 

A produção do programa agiu rapidamente e aplicou uma punição direta: perda de estalecas. A penalidade faz parte do sistema disciplinar do programa, que visa manter a ordem e o cumprimento das regras por todos os participantes.

 

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Reação de Milena aumenta a tensão

 

Após a primeira punição, Milena voltou para dentro da casa visivelmente irritada e questionou a decisão da produção. A reação da participante acabou gerando ainda mais tensão, principalmente após um desentendimento com Alberto Cowboy.

 

Durante a discussão, a sister elevou o tom e acabou cometendo outra infração grave: retirou o microfone em meio ao desabafo. No Big Brother Brasil 26, o uso do microfone é obrigatório em tempo integral, justamente para garantir a captação de áudio e transparência do jogo.

 

A atitude resultou em uma nova punição, aumentando ainda mais o prejuízo no saldo de estalecas da participante.

 

Acúmulo de punições preocupa a casa

 

O problema vai além da situação individual de Milena. Com o acúmulo de punições, toda a casa pode sofrer consequências. Isso porque o reality possui o chamado “Vacilômetro”, que registra infrações dos participantes.

 

Quando o limite é ultrapassado, todos podem ser levados ao temido “Tá com Nada”, uma condição em que a alimentação é reduzida ao básico, com itens como arroz, feijão e café.

 

Esse cenário tem gerado preocupação entre os confinados, já que atitudes individuais acabam impactando o coletivo, aumentando ainda mais o clima de pressão no jogo.

 

Jogo fica mais tenso na reta decisiva

 

O episódio reforça como pequenos deslizes podem ter grande impacto dentro do reality. Em uma fase cada vez mais estratégica, qualquer erro pode comprometer alianças, convivência e até a permanência no programa.

 

Milena, que já vinha acumulando atritos com outros participantes, passa agora a ser ainda mais observada dentro da casa. Ao mesmo tempo, o público acompanha de perto cada movimento, especialmente diante das constantes polêmicas envolvendo seu comportamento.

 

Com novas dinâmicas se aproximando e o jogo afunilando, a tendência é que a pressão aumente ainda mais, tornando cada decisão ainda mais importante para quem busca chegar até a final.

 

 

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Milena ignora alertas e pode ser expulsa do BBB26 após sequência de punições

A madrugada desta quarta-feira (18) foi marcada por mais uma polêmica envolvendo Milena BBB26 dentro do Big Brother Brasil 26. A participante acumulou punições consecutivas e voltou a desafiar regras do programa, mesmo após já ter sido alertada pela produção sobre o risco de expulsão.

O episódio aumentou a tensão dentro da casa e também gerou forte repercussão entre o público.

Sequência de punições chama atenção

Tudo começou quando Milena BBB26 interagiu de forma irregular com o Big Fone, o que resultou na perda de estalecas — penalidade comum no reality.

Pouco tempo depois, ao retornar para a casa, a sister voltou a ser punida, demonstrando irritação com a decisão da produção. Inconformada, ela chegou a questionar o motivo da sanção, alegando que não havia feito nada de errado.

A sequência de infrações, no entanto, levantou suspeitas de que as atitudes poderiam estar sendo feitas de forma proposital.

Falar sem microfone agravou a situação

O momento mais delicado aconteceu quando a participante decidiu falar sem o uso do microfone — algo expressamente proibido dentro do Big Brother Brasil 26.

Esse tipo de infração é tratado com bastante rigor, já que compromete a captação de áudio e a dinâmica do programa. Quando ocorre de forma recorrente, pode resultar em punições mais severas.

Produção já havia alertado sobre expulsão

O histórico de Milena BBB26 pesa contra ela.

Em situações anteriores, a sister já havia sido advertida pela produção sobre o risco de eliminação disciplinar caso continuasse desrespeitando as regras.

A própria participante chegou a comentar sobre o aviso recebido, reconhecendo que determinadas atitudes poderiam levá-la à expulsão — o que torna a situação atual ainda mais delicada.

Clima de pressão dentro e fora da casa

Com a repetição das punições, cresce a pressão sobre a permanência da participante no jogo.

Dentro da casa, os demais brothers acompanham atentos os desdobramentos, enquanto fora dela o público debate nas redes sociais se as atitudes justificariam uma expulsão.

O Big Brother Brasil 26 costuma ser rigoroso em casos de descumprimento deliberado das regras, principalmente quando há reincidência.

O que pode acontecer agora?

A decisão final cabe à produção do programa, que avalia cada caso individualmente.

Se for entendido que houve intenção clara de burlar as regras, Milena BBB26 pode, sim, ser retirada da competição.

Caso contrário, novas punições podem ser aplicadas, aumentando ainda mais o clima de tensão dentro da casa.

Por enquanto, a participante segue no jogo — mas sob forte vigilância e com seu futuro cada vez mais incerto no Big Brother Brasil 26.


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Gilmar anula quebra de sigilo que liga fundo a empresa de Toffoli

Por MRNews

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou nesta quinta-feira (19) a quebra de sigilo aprovada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado para investigar o fundo de investimentos Arleen, que fez negócios com uma empresa do ministro Dias Toffoli, também do Supremo. 

Em fevereiro, Mendes já havia barrado a quebra de sigilo da empresa Maridth Participações, da qual Toffoli revelou ser sócio. Tal decisão deve agora se estender ao pedido feito pelo Arleen, pelos mesmos motivos expostos anteriormente, disse o decano do Supremo.

“Não se pode perder de perspectiva que a quebra de sigilo não constitui ato ordinário de investigação, mas medida de caráter excepcional”, escreveu Mendes. É necessário “análise fundamentada de cada caso, com debate e deliberação motivada, de modo que a aprovação de atos de tal natureza não pode ocorrer em bloco nem de forma simbólica”, acrescentou. 

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A quebra de sigilo do Arleen foi aprovado pela CPI do Crime devido ao seu vínculo com a Reag Investimentos, instituição que foi liquidada pelo Banco Central e está envolvida nas fraudes financeiras investigadas no caso do Banco Master, de Daniel Vorcaro. 

O fundo ganhou notoriedade após Toffoli ter admitido, quando ainda era relator do caso Master no Supremo, ser sócio de uma empresa, a Maridth, que vendeu uma participação no resort Tayayá, no Paraná, para o Arleen, em 2021. 

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Quando barrou a quebra de sigilo da Maridth, o ministro Gilmar Mendes afirmou que o caso não tem relação com o objetivo da CPI do Crime Organizado. 

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A CPI, instalada em novembro do ano passado, tem como finalidade  produzir um diagnóstico sobre o crime organizado no Brasil e propor medidas para combater facções e milícias.

No mês passado, Toffoli se declarou suspeito para julgar qualquer decisão relativa ao caso Master no Supremo, alegando motivo de foro íntimo. Antes, após uma reunião secreta sobre o tema, ele concordara em se afastar da relatoria. O ministro André Mendonça foi nomeado como novo relator. 

 

Brasileiro pode ser preso por dirigir sem PID nos EUA? Entenda as regras e o caso do Rato Borrachudo

Por MRNews

Viajar para os Estados Unidos e alugar um carro é algo comum entre brasileiros. No entanto, uma dúvida frequente ainda gera preocupação: é obrigatório ter a Permissão Internacional para Dirigir (PID)? E mais — é possível ser preso por dirigir sem esse documento?

A resposta não é tão simples quanto parece, porque tudo depende do estado onde você está dirigindo. No MR News, explicamos o que realmente pode acontecer e relembramos um caso famoso que repercutiu na internet.


🚗 A PID é obrigatória nos Estados Unidos?

Diferente do Brasil, os Estados Unidos não possuem uma regra única nacional para habilitação de estrangeiros. Cada estado tem autonomia para definir suas próprias leis de trânsito.

De forma geral:

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  • Muitos estados aceitam a CNH brasileira válida, especialmente para turismo de curto prazo. Permissão Internacional para Dirigir
  • Outros recomendam fortemente a PID como complemento
  • Em alguns casos, a exigência pode ser mais rígida, principalmente se houver dificuldade de comunicação com autoridades

A PID não substitui a CNH — ela funciona como uma tradução oficial do documento brasileiro.


⚖️ Posso ser preso por não ter PID?

Na prática, não é comum alguém ser preso apenas por não portar a PID. Porém, isso não significa que está tudo liberado.

O que pode acontecer:

  • Multa por documentação inadequada
  • Impedimento de continuar dirigindo
  • Problemas com locadoras ou seguros
  • Complicações legais se houver acidente

Em situações mais graves — como dirigir sem conseguir comprovar habilitação válida ou envolvimento em incidentes — a abordagem pode se tornar mais séria.

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Ou seja: o risco não é direto de prisão, mas pode evoluir dependendo do contexto.


🇺🇸 Estados mais rigorosos

Alguns estados costumam ser mais exigentes com motoristas estrangeiros, principalmente:

  • Flórida
  • Califórnia
  • Nova York

Mesmo nesses locais, a aplicação da regra pode variar bastante na prática, dependendo da abordagem policial e da situação.


🎥 O caso do Rato Borrachudo

Um exemplo que chamou atenção foi o do influenciador Rato Borrachudo. Durante uma viagem aos Estados Unidos, ele relatou ter enfrentado problemas por não estar com a PID.

O caso gerou debate nas redes sociais, principalmente porque mostrou como a interpretação da lei pode variar. Apesar de não ter sido preso, a situação serviu de alerta para outros brasileiros que pretendem dirigir no país.


📄 O que fazer para evitar problemas?

Se você pretende dirigir nos EUA, o ideal é se preparar:

  • Leve sua CNH válida
  • Emita a PID antes da viagem
  • Verifique as regras específicas do estado de destino
  • Consulte a locadora de veículos sobre exigências
  • Tenha um seguro adequado

A PID é fácil de emitir no Brasil e pode evitar dores de cabeça durante a viagem.


🧠 Vale a pena tirar a PID?

Mesmo não sendo obrigatória em todos os estados, a resposta é simples: sim, vale a pena.

O documento traz mais segurança jurídica, facilita a comunicação com autoridades e pode evitar complicações em situações inesperadas.


📌 Conclusão

Dirigir nos Estados Unidos sem a PID não significa automaticamente prisão, mas pode gerar problemas dependendo do estado e da situação.

Casos como o de Rato Borrachudo mostram que, mesmo sem uma regra única, o risco existe — principalmente se houver qualquer imprevisto.

Por isso, a melhor escolha é sempre viajar preparado e com toda a documentação necessária em mãos.


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Brasileiro pode ser preso por dirigir sem PID nos EUA? Entenda as regras e o caso do Rato Borrachudo

Receita antecipa liberação do programa do IRPF 2026 para download

Por MRNews

A Receita Federal antecipou a liberação do Programa Gerador da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (PGD IRPF 2026), permitindo que contribuintes iniciem o preenchimento antes do prazo inicialmente previsto.

A disponibilização do sistema estava programada para ocorrer nesta sexta-feira (20), às 8h, mas foi liberada ainda nesta quinta-feira (19), por volta das 18h, após a conclusão antecipada dos testes finais e validação das versões para diferentes plataformas.

Liberação antecipada

Com a medida, os contribuintes já podem baixar o programa e começar a organizar as informações necessárias para a declaração do Imposto de Renda.

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Segundo a área técnica da Receita, a antecipação foi possível graças a melhorias nos processos internos e à integração entre as equipes responsáveis pelo desenvolvimento e validação do sistema.

O objetivo, de acordo com o órgão, é oferecer um serviço mais ágil, estável e acessível ao cidadão.

Prazo mantido

Apesar da liberação antecipada do programa, o calendário oficial de entrega das declarações permanece inalterado. O envio começa no dia 23 de março.

A possibilidade de preenchimento prévio pode beneficiar especialmente contribuintes que não utilizam a declaração pré-preenchida e desejam reunir documentos com mais calma.

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Restituição

A Receita também destaca que iniciar o preenchimento com antecedência pode ajudar quem busca receber a restituição nos primeiros lotes, já que a ordem de envio é um dos critérios considerados.

O programa já está disponível para download no site oficial do órgão.

Lula diz que cobrará Conselho de Segurança da ONU sobre guerra no Irã

Por MRNews

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou na noite desta quinta-feira (19) os cinco países que fazem parte do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). As declarações envolvem a preocupação do presidente com a guerra no Irã. 

Segundo Lula, Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França deveriam zelar pela paz no mundo, mas estão fazendo guerra.

“O Conselho de Segurança foi feito para ter responsabilidade e manter a segurança no mundo. Pois são os cinco [países membros] que estão fazendo guerra. São os cinco. Eles produzem mais armas, vendem mais armas”, disse.

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“Quem paga o preço das guerras? Os pobres. O ano passado gastaram 2 trilhões e 700 bilhões de dólares em armas. Quanto gastaram em comida? Quanto gastaram em educação? Quanto gastaram para acabar com as pessoas que estão refugiadas, vítimas de guerras insanas?”, acrescentou.

As declarações de Lula ocorreram em discurso no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (SP), onde anunciou que concorrerá à presidência da República em 2026 e Fernando Haddad será candidato ao governo paulista. O presidente disse ainda que gostaria de contar com o vice-presidente Geraldo Alckmin novamente na chapa, na mesma função. 

Banco Master

Lula destacou em seu discurso que as “falcatruas” do Banco Master ocorreram após a aprovação da instituição financeira no Banco Central na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Vira e mexe, eles tão tentando empurrar para as costas do PT e do governo o [caso do] Banco Master. Esse Banco Master é obra, é ovo da serpente, do Bolsonaro e do Roberto Campos, ex-presidente do Banco Central. E nós não deixaremos pedra sobre pedra para apurar tudo que fizeram dando um golpe de R$ 50 bilhões neste país. E, se a gente não tomar cuidado, vão tentar dizer que fomos nós”.

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De acordo com Lula, no começo de 2019, o ex-presidente do Banco Central Ilan Goldfajn negou o reconhecimento do Banco Master.

“Quem reconheceu, em setembro de 2019, foi o Roberto Campos [ex-presidente do BC na gestão Bolsonaro]. E todas as falcatruas foram feitas [nesse período]”.

Casa de morador morto em ação do Bope é periciada

Por MRNews

Nesta quinta-feira (19), promotores de Justiça e peritos do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) estiveram nesta quinta-feira (19) na casa do morador morto durante operação do Bope no Morro dos Prazeres.

Leandro Silva Sousa, 30 anos, dormia com a esposa, quando a casa invadida por traficantes que fugiam da ação da Bope. Ele trabalhava como ajudante em uma padaria e não tinha antecedentes criminais. Leandro Sousa foi atingido por um tiro de fuzil na nuca.

Técnicos realizaram varredura com scanner e registros fotográficos detalhados do local, que permanece isolado. A equipe encontrou orifícios de entrada e saída de projéteis, pertences do casal, vestígios de sangue, estojos e segmentos corporais. O material coletado será utilizado na elaboração de laudo técnico.

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Mais cedo, o Ministério Público do Rio de Janeiro solicitou as imagens das câmeras corporais dos policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) que estavam na operação no Morro dos Prazeres, realizada nesta quarta-feira (18) e em outras comunidades no centro da capital fluminense. Dois peritos da Polícia Civil também estiveram no local.

Além de Leandro Sousa, mais sete pessoas morreram na ação. De acordo com a polícia, os sete eram criminosos. Promotores de Justiça e técnicos periciais acompanharam, nesta quinta-feira (19), a necropsia nos corpos no Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto.