A Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil de Campo Grande emitiu um alerta amarelo para declínio de temperatura a partir desta quinta-feira (02).
O comunicado adverte sobre o risco de queda de 3ºC a 5ºC. O aviso está vigente das 23h de amanhã até 22h59 de sexta-feira (03), e o risco aportando é considerado leve à saúde.
Caso seja atingido por alguma intempérie ou esteja em situação de risco, o munícipe pode acionar a Defesa Civil através do contato 199, ou solicitar serviços, como a remoção de árvores pelo 156.
Naqueles casos em que a queda aconteceu sobre a fiação e há riscos de o imóvel ou a árvores estar eletrificada, o contato deve ser feito ao 193.
#ParaTodosVerem: A imagem mostra a central de monitoramento da Defesa Civil
Em julho de 2025, há um ano, o Brasil deixou o Mapa da Fome o que resultou em menos de 2,5% da população com risco de subnutrição ou falta de acesso à alimentação suficiente. Apesar da conquista, ainda há no país cerca de 6,5 milhões de brasileiros em situação de insegurança alimentar grave.
Um ano após deixar o Mapa da Fome, o Brasil ainda tem cerca de 6,5 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar grave. Especialistas afirmam que a manutenção desse resultado depende de políticas públicas permanentes nas áreas de emprego, renda, saúde, educação e segurança alimentar.
Esse é o menor patamar da série histórica, mas, segundo especialistas entrevistados pela Agência Brasil, ainda é preciso combater a fome. Fora aqueles que estão em situação mais grave, a segurança alimentar, ou seja, o acesso regular, permanente e suficiente a alimentos saudáveis e de qualidade, é garantido a 77% da população brasileira.
Segundo o pesquisador Lucas de Almeida Moura, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Fome, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, é preciso encontrar mecanismos que tornem permanentes as estratégias que reduziram o índice de insegurança alimentar no Brasil.
“Termos alcançado esse marco, pela segunda vez, de saída do Mapa da Fome, é resultado de uma intersetorialidade muito forte entre as políticas públicas. Isso precisa de fato ser mantido e, mais do que mantido, aprimorado.”
De acordo com o especialista, o combate à insegurança alimentar não está centrado somente na oferta de alimentos, mas na criação e na manutenção de toda uma estrutura complexa que vai garantir o acesso adequado à alimentação. Isso envolve a garantia de uma renda mínima, educação, acesso à água, esgotamento sanitário, segurança pública, emprego.
Lucas Moura é autor do estudo que criou um ponto de medição multidimensional para a insegurança alimentar no Brasil, denominado Índice Multidimensional de Insegurança Alimentar, cujo primeiro número foi lançado em janeiro deste ano, abrangendo o período de 2018 a 2022.
Os resultados do MUFII (do nome em inglês) foram publicados na revista Sustainability. A pesquisa propõe avaliação da fome a partir de 12 indicadores de Desenvolvimento Sustentável, comparando ano a ano.
Os resultados mostraram piora no cenário nacional em 2022, revelando que os menores valores médios foram encontrados em Santa Catarina, enquanto os maiores foram registrados no Maranhão, Acre e Amazonas. Os dados apontam que a maior parte dos estados do Norte e Nordeste do Brasil está em um nível acima dos 50% de insegurança alimentar multidimensional. A ideia dos pesquisadores é atualizar o índice para os anos posteriores a 2022.
Políticas públicas
De acordo com a secretária Extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Valéria Burity, a meta é garantir que os brasileiros consigam se alimentar com qualidade e que isso seja um direito de todos.
“Essa é uma meta de longo prazo de impacto: a gente garantir direito à alimentação adequada saudável como um direito para toda a população brasileira.”
Uma das ações que mais impactaram nesta redução foi o Plano Brasil sem Fome, que articula medidas de política econômica e de proteção social. O plano fomentou a agricultura familiar, fez reajuste na alimentação escolar, apoiou as cozinhas comunitárias e determinou meios para garantir proteção social, trabalho, renda e acesso à alimentação adequada.
Segundo a secretária, a prioridade atual é a inclusão das pessoas que ainda estão em risco de insegurança alimentar em políticas públicas, apoiando estados e municípios para que também consigam fazer o mesmo movimento.
Três pilares
A professora Semíramis Domene, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e diretora do Instituto Fome Zero (IFZ), destacou que três grandes movimentos levaram a fome a patamares tão baixos novamente.
Em primeiro lugar, foram mecanismos de diminuição dessa desigualdade. “Se o acúmulo de riqueza e desigualdade estão na raiz da fome, combater a desigualdade está na raiz do caminho para sair dela.”
As políticas de emprego e renda foram fundamentais para isso. “A gente tem hoje o menor índice de desemprego em 13 anos; temos uma elevação do salário mínimo que alcançou reajustes superiores a 6% a partir de 2022. Então, nessa primeira dimensão de combater a desigualdade, a gente tem sido muito bem-sucedido.”
Uma segunda frente foi o fortalecimento das políticas públicas de proteção social. Não se trata apenas da diminuição da desigualdade por meio do emprego mas, sim, a criação de mais emprego, de mais renda, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
No âmbito do Bolsa Família, os resultados são positivos e mostram que as famílias atendidas conseguem evoluir para uma condição de emprego, conseguem melhorar a escolarização das suas crianças “e muitas das famílias deixam o Bolsa Família, justamente porque melhora a sua condição familiar”. Citou também ganhos com o Cadastro Único, que foi modernizado recentemente em 2025 e o Programa Nacional de Alimentação Escolar.
A terceira frente muito importante, que também explica a saída do Mapa da Fome, são as ações relativas à produção de alimentos, com o fortalecimento das políticas de abastecimento, sobretudo com incentivo à produção de alimentos da agricultura familiar, que está mais próxima da comida que vai à mesa do povo.
Para a diretora do Instituto Fome Zero, o fortalecimento do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que estava praticamente extinto, sem financiamento, tem sido fundamental para a agricultura familiar. “Pode-se discutir abastecimento na perspectiva do alimento como função social e da terra não como um bem que favorece o mercado internacional de commodities.”
Insegurança alimentar
O economista e pesquisador associado do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) Daniel Duque também destaca o protagonismo do Bolsa Família na redução da fome no país. Segundo ele, o aumento da assistência à renda permitiu que milhões de famílias voltassem a ter poder de compra.
Além disso, ele ressalta que os preços dos alimentos tiveram desaceleração em relação à inflação geral a partir de 2023 e também nos anos subsequentes de 2024 e 2025, com o país apresentando boas safras, o que ajudou a controlar os preços dos alimentos. Do mesmo modo, o mercado de trabalho melhorou bastante nesse período, contribuindo de forma significativa para a situação brasileira avançar.
Para que o Brasil se mantenha fora do Mapa da Fome e reduza os índices de insegurança alimentar, o país precisa manter uma situação do mercado de trabalho favorável. “Até agora, não parece haver nenhum indicativo de reversão do emprego”, afirmou Duque.
Acesso ao repositório poderá apresentar oscilações entre 14h e 19h durante a execução da manutenção
A Coordenadoria de Arquitetura e Operações de Tecnologia da Informação do Instituto Federal de São Paulo (IFSP) informa a realização de atualização do repositório Manuais IFSP na sexta-feira, 3 de julho, entre 14h e 19h. Durante o período da atualização poderá haver instabilidade do serviço.
A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), formaliza nesta sexta-feira (03), às 9h, a assinatura do convênio do Programa Vira CG Saúde com a Maternidade Cândido Mariano. A instituição é uma das primeiras parceiras a iniciar oficialmente o chamamento de pacientes regulados pelo SUS.
A parceria prevê a realização de mais de 13,3 mil procedimentos — incluindo consultas, exames e cirurgias especializadas —, com um investimento de aproximadamente R$ 12,4 milhões.
O evento contará com a presença da prefeita Adriane Lopes e do secretário de saúde, Marcelo Vilela.
Serviço
Agenda: Assinatura do Convênio do Programa Vira CG com a Maternidade Cândido Mariano Horário: 9h Local: Maternidade Cândido Mariano – Rua Marechal Rondon, 2644 – Centro Portas-vozes disponíveis: Prefeita Adriane Lopes e Secretário Marcelo Vilela (Sesau)
O estudo que analisou dados de mais de 2,5 milhões de pessoas concluiu que a vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR) em idosos esteve associada a uma redução de 75,6% das hospitalizações pela doença.
Além disso, os pacientes vacinados que precisaram ser internados após a infecção apresentaram 63,1% menos problemas cardiovasculares graves, como infarto e AVC. O risco de piora de diversas comorbidades também foi menor, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, diabetes e doença renal.
O estudo comparou as informações de saúde de cerca de 520 mil pessoas vacinadas com o imunizante Arexvy com outras 2 milhões não vacinadas, nos Estados Unidos, entre agosto de 2023 e maio de 2024, após ponderações estatísticas.
Durante os nove meses analisados, o grupo das pessoas vacinadas registrou não somente menos internações pela doença, como também 79,1% menos hospitalizações com gravidade e 66,8% menos mortes.
Os resultados foram apresentados pela farmacêutica GSK, produtora na vacina, na edição deste ano da Conferência da Respiratory Syncytial Virus Foundation.
De acordo com a GSK, os dados “de mundo real” confirmam a eficiência do imunizante, já demonstrada nos ensaios clínicos.
O VSR é conhecido principalmente como o principal causador da bronquiolite em bebês, mas também é um vírus que infecta muitos idosos com gravidade, explica o cardiologista José Carlos Zanon, membro do Departamento de Cardiogeriatria da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
“Com o envelhecimento, o nosso sistema imunológico passa por um processo de imunosenescência, e passa a ter uma resposta reduzida a diferentes tipos de infecções, o que predispõe a casos mais graves. Inclusive, a mortalidade percentual entre os idosos pelo VSR é maior do que entre as crianças”, explicou Zanon.
Dados da plataforma Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostram que no primeiro semestre deste ano o VSR respondeu por 38,1% dos casos e 11,5% das mortes por síndrome respiratória aguda grave com diagnóstico confirmado para alguma infecção viral. Os idosos são o segundo grupo mais afetado, atrás das crianças de até 2 anos de idade.
Os casos têm crescido nesta época do ano, conforme a sazonalidade da doença. Considerando apenas o mês de junho, os casos graves causados por VSR passam de 50% daqueles comprovadamente provocados por algum vírus respiratório.
De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, a ampliação do diagnóstico possibilitou ao sistema de saúde reconhecer a importância do VSR como agente causador de doença respiratória grave também entre os idosos.
“Muitos estudos mostram até mais tempo de hospitalização do que pelo vírus influenza, da gripe, maior risco de morte associado, especialmente em indivíduos que têm condições crônicas cardiovasculares e pulmonares”, acrescenta.
O cardiologista José Carlos Zanon explica que além de afetar as vias respiratória, o VSR causa uma “cascata inflamatória” em todo o organismo e por isso pode descompensar outras doenças que o paciente já tenha, como diabetes, ou mesmo provocar problemas cardíacos e derrames.
No Brasil, a vacinação contra o VSR só é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para as gestantes, com o objetivo de proteger os bebês recém-nascidos.
Porém, dois imunizantes foram aprovados para uso em adultos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estão disponíveis na rede privada.
A Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda que a vacina seja tomada por todos os idosos acima de 70 anos, e pelas pessoas entre 60 e 70 anos que tenham algum fator de risco.
O imunizante também é recomendado para todos os adultos imunocomprometidos.
A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), dá continuidade aos serviços de manutenção e finaliza a semana executando os trabalhos em dezenas de bairros da Capital, nesta sexta-feira (3). Um dos serviços é o de tapa-buraco, com ações em 47 localidades ao longo de todo o dia.
As equipes da operação tapa-buraco estarão trabalhando nos seguintes bairros: Centro, Tambauzinho, Treze de Maio, Pedro Gondim, Mandacaru, Tambiá, Torre, Bairro dos Estados, Jaguaribe, Ilha do Bispo, Mangabeira, Cabo Branco, Altiplano, Jardim Oceania, Miramar, Bancários, Jardim Cidade Universitária, Manaíra, Tambaú, Bessa, Água Fria, Castelo Branco, Jardim São Paulo, Portal do Sol, José Américo, Gramame, João Paulo II, Ernesto Geisel, Cuiá, Cristo Redentor, Muçumagro, Paratibe, Alto do Mateus, Bairro dos Ipês, Alto do Céu, Jardim Veneza, Funcionários, Ernani Sátiro, Grotão, Valentina Figueiredo, Planalto da Boa Esperança, Costa e Silva, Cruz das Armas, Oitizeiro, Bairro das Indústrias, Colibris e Distrito Industrial.
A rede de drenagem recebe manutenção para intensificar a limpeza e desobstrução das galerias e coibir alagamentos nas vias da cidade, além de outros serviços como extensão de rede, adequação e manutenção de bocas de lobo que acontece nos seguintes bairros: Alto do Mateus, Oitizeiro, Bairro dos Novais, Esplanada, Expedicionários, Jaguaribe, Valentina Figueiredo, Bairro das Indústrias, Planalto da Boa Esperança, Mumbaba, Distrito Industrial, Gramame, Brisamar, Manaíra, João Paulo II, Varadouro, Alto do Céu e Centro.
Atendimento – Os serviços de manutenção da Seinfra, como tapa-buraco, galerias, terraplenagem e iluminação pública, podem ser solicitados por meio do ‘João Pessoa na Palma da Mão’. O aplicativo está disponível nas lojas Google Play e Apple Store gratuitamente.
O combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de arboviroses como Dengue, Zika e Chikungunya, será reforçado nesta quinta-feira (2), em cinco bairros de Campo Grande: Cabreúva, Coronel Antonino, Mata do Segredo, Margarida e Nova Lima.
As equipes da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV) da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) circularão das 16h às 22h, com o uso do serviço de borrifação ultra baixo volume (UBV) – conhecido como Fumacê.
Para uma maior eficácia do inseticida, é necessário que o morador abra portas e janelas, assim o veneno consegue atingir os locais onde há maior probabilidade de estarem os mosquitos.
Os serviços podem ser adiados ou até mesmo cancelados em caso de chuvas, ventos ou neblina, uma vez que tais atividades meteorológicas prejudicam a aplicação do veneno.
O inseticida atinge os mosquitos adultos, preferencialmente as fêmeas, que são as transmissoras das doenças. Ainda assim é possível que outras espécies sejam atingidas e, por isso, é necessária uma aplicação criteriosa do veneno.
Confira o itinerário:
#ParaTodosVerem: A imagem em destaque mostra uma equipe do Fumacê circulando e, dentro do texto, há uma tabela com os itinerários de hoje (02)
Kiko D´Amorim ainda terá chance de ir à chave principal no Qualy do Torneio
Henrique Nogueira será o representante do Esporte Clube Pinheiros na chave principal do ITF São Paulo M25 de Tênis. Na tarde desta quinta-feira, na quadra 9 do Clube, derrotou Francisco D´Amorim, por 2 a 0, parciais de 6/1 6/2, garantindo vaga direta na competição que começa no próximo dia 20 de julho nas quadras do Pinheiros.
O torneio classificatório do Pinheiros, entre tenistas associados, ocorre pela segunda vez consecutiva, com Kiko D´Amorim e Henrique Nogueira decidindo quem representa o Clube no torneio Future da ITF, Federação Internacional de Tênis.
Kiko D´Amorim não conseguiu jogar o que sabe, agora busca vaga na Chave Principal do M25 no Qualy. Foto – Gabriella Garbim/ECP
Na partida desta quinta-feira, Henrique Nogueira esteve sempre com o domínio do jogo, sacando bem, respondendo com sucesso os ataques de Kiko D´Amorim, fechando o jogo em 1h50.
Com a derrota, Kiko D´Amorim ainda continua com chance de disputar o Torneio M25 da ITF. Ele tem vaga garantida no Qualyfying, que será disputado no dia 19 próximo.
Henrique Nogueira falou da alegria pela vitória e por garantir vaga no ITF M25 São Paulo. “Será uma alegria muito grande representar o Pinheiros em uma chave principal de um Torneio Future. Estou feliz com minha vitória e vou dar meu máximo, com muita entrega e raça para representar bem o Clube”.
Henrique Nogueira fez uma partida perfeita contra Kiko D´Amorim. Foto – Gabriella Garbim/ECP
Sobre a vitória contra o amigo e parceiro Kiko, disse que “o resultado não diz o que foi a partida. Fui muito consistente nos pontos, errar menos porque sabia que ele poderia errar um pouco mais, consegui sacar muito bem em um jogo que não parece mais foi tenso”, disse Henrique.
BATALHA PELA SEGUNDA VAGA: DEU MACHADO
A segunda vaga para o Qualy oferecida ao Pinheiros foi decidida entre Felipe Mifano e João Machado. Um jogaço em todos os sentidos. O primeiro set, após abrir 4 a 1, Mifano não conseguiu deter a reação de Machado. Após o 6 a 6, o set foi decidido no tiebreak, vencido por Machado por 8/6. No segundo set, mais tranquilo, João Machado fechou o jogo ao fazer 6/3 e ser o segundo representante do Clube no Qualy do ITF São Paulo M25, que começa no próximo dia 19 de julho.
João Machado fez 2 a 0 jogo duro e será mais um representante do Pinheiros no Qualy do ITF M25. Foto – Gabriella Garbim/ECP
ITF M25 – O Torneio de São Paulo da ITF – Federação Internacional de Tênis – será disputado nas quadras do Esporte Clube Pinheiros. A fase de qualy marcado para o dia 19 de julho. Já a chave principal começa no dia 20, três jogadores do Azul e Preto. Como tinha uma vaga na Chave Principal e duas no Qualy, o Pinheiros promoveu um Qualy Interno para definir seus representantes.
OS JOGOS
Torneio Qualyfying de Tênis do Pinheiros
1ª rodada – Grupo A
Francisco D´Amorim 2×0 Guilherme Keleti – 6/1 6/2.
1ª rodada – Grupo B
Henrique Nogueira 2×0 João Machado – 6/4 6/4
2ª rodada – Grupo A
Francisco D’Amorim 2×0 Felipe Mifano – 6/1 6/4
Grupo B – quadra 9
Henrique Nogueira 2×0 João D’Amorim – 7/5 6/7 6/3
2ª rodada – Grupo A
Felipe Mifano 2×0 Guilherme Keleti – 7/5 e 6/0
Grupo B
João Machado 2×1 João D´Amorim – 4/6 7/6 6/4
Quinta-feira (2)
Final do Qualy do Pinheiros –Henrique Nogueira 2×0 Kiko D´Amorim – 6/1 6/2
Decisão da segunda vaga para o Qualy – João Machado 2×0 Felipe Mifano – 7/6 6/3
Levar nossas riquezas para outros lugares, países ou até dentro do Estado, requer uma logística eficiente, qualificada e preparada para atender o desenvolvimento regional. Com esta missão o Governo do Estado promove uma série de ações para modernizar e promover a integração dos meios de transporte para o futuro, seja pelas estradas, trilhos, aviação ou nos grandes rios que cortam Mato Grosso do Sul.
Para conquistar este ambiente promissor estão sendo feitos grandes investimentos públicos, parcerias com a iniciativa privada, além de estudos e planejamento de médio e longo prazo. O Estado que cresce acima da média nacional e atrai capital privado bilionário precisa criar as condições adequadas para que estas oportunidades e desenvolvimento possam beneficiar a população.
“Estamos fazendo nosso dever de casa, ao qualificar e preparar nossa logística para o futuro. Só desta forma vamos acompanhar e suprir as demandas deste crescimento exponencial do Estado, que reflete diretamente na qualidade de vida das pessoas. Para isto temos ações e investimentos imediatos e um planejamento promissor para os próximos anos. Não podemos parar, precisamos impulsionar a economia e criar oportunidades a nossa gente”, afirmou o governador Eduardo Riedel.
Governador Eduardo Riedel durante discurso em Sonora (Foto: Bruno Rezende/Secom-MS)
O secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Artur Falcette, explicou que o foco principal é promover a integração dos modais, para que em um planejamento coletivo os resultados sejam melhores, ao invés de tratar cada um de forma isolada.
“A gente precisa justamente fazer essa transição de deixar de olhar os modais isoladamente e incorporar o conceito de logística, que é olhar para todos juntos, identificando quais são as interseções e sobrepor isso ao plano de desenvolvimento do Estado. Aonde cada área está crescendo, qual está expandindo, onde as indústrias estão se instalando para que a gente possa ter eficiência na logística”, ponderou.
Este planejamento integrado já está em andamento pelo Estado. “Assim olhamos as hidrovias, ferrovias, rodovia e os aeródromos para formarmos uma malha integrada, que possa dar competitividade ao nosso Estado. Esse é um dos fatores que depois da transição da reforma tributária, quando terminarem os incentivos fiscais, vai ser preponderante para atrair investimentos, com uma logística e competitividade real”, completou Falcette.
Secretário estadual da Semadesc, Artur Falcette (Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS)
Planejamento eficiente
Uma das principais ferramentas do Estado é um planejamento eficiente dos investimentos nos modais de transporte. Já está em fase de elaboração o novo Plano Estadual de Logística e Transportes (PELT). Este documento será uma atualização de dados e perspectivas que tem como objetivo orientar o Estado sobre as prioridades e necessidades (investimentos) nos transportes, para promover a integração e tornar estes meios mais dinâmicos e abrangentes.
Este estudo vai contemplar toda movimentação de cargas e de pessoas em todos os modais de transporte, incluindo aeroportos, ferrovias, portos, rodovias, terminais logísticos e vias navegáveis do Estado. O plano permitirá a análise das capacidades atuais e futuras dos modais.
Governo prepara plano sobre transporte de produtos de MS (Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS)
“Ele será de extrema importância para gente entender o planejamento do futuro da logística do Estado, que é complexa. Tudo que roda nas nossas estradas, aviões, portos e trilhos tem relação direta com a nossa produção, que cresceu demais e tem uma diversidade muito grande. Precisamos fazer a interligação com as indústrias e o escoamento dos produtos. Estado precisa estar preparado para o futuro”, descreveu Luís Eduardo Costa, assessor de logística da Semadesc.
O PELT/MS deve priorizar carteiras de projetos, sincronizar obras e serviços com as demandas de escoamento do agronegócio, da indústria de base florestal e mineral, do turismo e da integração fronteiriça, analisar as capacidades dos modais, bem como com os objetivos de competitividade, sustentabilidade e atração de investimentos do Estado.
O plano está sendo organizado pela EPE (Escritório de Parcerias Estratégicas), junto com a Semadesc e Seilog (Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística de MS), dentro do programa Rodar MS. A expectativa é que este documento possa nortear as ações do Estado nos próximos anos.
Rodovia MS-223 pavimentada pelo Governo do Estado (Foto: Saul Schramm/Secom-MS)
Rodovias modernas
Principal meio de transporte do Estado, a malha rodoviária está sendo preparada para estar em boas condições e assim atender o escoamento da produção, reduzir distâncias, promover segurança aos motoristas e assim impulsionar a economia regional.
O Governo do Estado promove grandes investimentos para melhorar e qualificar as rodovias estaduais. A previsão é que 5.988 km da malha (rodoviária) esteja pavimentada até o final deste ano. Benefícios diretos à população e para economia regional.
Rodovia MS-338 liga Ribas do Rio Pardo a Camapuã (Foto: Saul Schramm/Secom-MS)
De 2023 até o final de 2026 serão pavimentados 857 km de novas rodovias (estaduais), executados nesta atual gestão. Nos próximos quatro anos (2030) o Estado pode conquistar um feito inédito, que é inverter o cenário, tendo malha pavimentada estadual (6.660 km) superior a não pavimentada (5.940 km). Quem ganha com isto não é apenas a economia e sim o benefício direto à população.
“Estamos promovendo a maior transformação da malha rodoviária estadual das últimas décadas. Esse planejamento estratégico é resultado de uma visão de Estado que entende a infraestrutura como base para o desenvolvimento econômico e social. Estradas pavimentadas reduzem custos logísticos, atraem investimentos privados e, acima de tudo, mudam a vida das pessoas”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara.
Aeródromo de Maracaju inaugurado neste ano (Foto: Bruno Rezende/Secom-MS)
Expansão dos aeródromos
Os grandes desafios também são pelo ar. O Governo de Mato Grosso do Sul desenvolve um desafiador plano logístico aeroviário, com grandes investimentos nos aeroportos, tendo previsão de R$ 250 milhões até o final de 2026. O objetivo é qualificar esta infraestrutura para receber mais turistas, atrair novos capitais privados e assim gerar empregos e renda ao cidadão.
Esta nova realidade já teve grandes frutos nos últimos anos. Desde 2023 já foram investidos R$ 140 milhões do Estado. Oito aeródromos que estavam inoperantes passaram a receber pousos de colagens e sete aeroportos já atendem voos diurnos e noturnos.
Aeródromo de Inocência inaugurado em abril do ano passado (Foto: Saul Schramm)
As perspectivas são positivas, com grandes projetos previstos. Entre eles está a ampliação do Aeroporto Santa Maria (Campo Grande), além do balizamento noturno nos aeródromos de Porto Murtinho, Inocência, Paranaíba, Coxim, Naviraí, Maracaju, Nova Andradina e Jardim.
A região do Pantanal também será contemplada (Porto São Pedro e Nhecolândia), além de projetos para aeródromos em Amambai, Ribas do Rio Pardo, Aquidauana, Iguatemi e Mundo Novo.
Retomada e ampliação
A integração entre os modais abre espaço para ampliação da malha ferroviária e hidroviária no Estado. Além dos investimentos estaduais, este contexto envolve a parceria com a iniciativa privada e as discussões importantes para novas concessões federais, como no caso da Malha Oeste.
Um dos grandes projetos para o Estado é a reativação da Malha Oeste, que corta 600 quilômetros de Mato Grosso do Sul. Ela conecta Corumbá (MS) a Mairinque (SP). Ela poderá levar nossos produtos aos mercados nacionais e internacionais, inclusive dando competitividade aos produtos locais, reduzindo custos de transporte. No momento o Ministério dos Transportes faz um estudo para nova concessão do trecho.
“Nós temos um grande desafio histórico que é a recuperação e a volta das operações da Malha Oeste. Enquanto a concessão (federal) está em elaboração, dá tempo para o Estado se preparar e estudar a melhor esta situação por meio do nosso plano estadual”, observou Luís Eduardo Costa.
Retomada da malha ferroviária é um dos desafios de MS (Foto: Saul Schramm/Secom-MS)
Outro projeto que está no papel é a Nova Ferroeste, que vai conectar o Sudoeste de MS até o Porto de Paranaguá (PR) à região de Maracaju, facilitando a exportação dos produtos regionais. Ela ainda poderá ter ramais que ligam Cascavel e Chapecó.
Fruto da expansão da celulose no Estado, as grandes empresas também começam a investir nos seus próprios ramais ferroviários. A Arauco lançou neste ano a primeira ‘short line’ (linhas férreas de pequeno porte, fazendo a ligação de pequenas distâncias, geralmente atendendo fábricas em específico ou núcleos industriais) do Brasil. A nova ferrovia terá 54 km, interligando a fábrica de Inocência à Malha Norte, operada pela Rumo atualmente.
Arauco lançou a pedra fundamental do seu ramal ferroviário (Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS)
Já em relação as hidrovias, o foco é ampliar as atividades nos dois principais rios que cortam o Estado, o Paraguai e o Paraná. Eles serão importantes para o escoamento da produção. A atividade já é desenvolvida em ambos, mas o objetivo é melhorar o que já existe.
Os principais portos continuam em Corumbá e Porto Murtinho, por isso a meta é que haja uma estratégia bem definida para os próximos anos, sempre levando em conta os trabalhos harmônicos entre as atividades econômicas e o respeito e cuidado com o meio ambiente.
Transporte de produtos no Pantanal de MS (Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS)
Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS Foto da capa: Álvaro Rezende/Secom-MS
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu negar o habeas corpus protocolado pela defesa da influenciadora digital Deolane Bezerra. A decisão foi proferida nessa quarta-feira (1°) pelo ministro Ribeiro Dantas. O despacho está em segredo de Justiça e não foi divulgado.
Deolane foi presa no dia 21 de maio em uma operação conjunta do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil. Ela foi alvo da Operação Vérnix e é acusada de praticar atos de lavagem de dinheiro para a facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
De acordo com a investigação, Deolane fez movimentações financeiras expressivas e tinha conexão com a cúpula da organização criminosa.
No final do mês passado, a influenciadora e detento Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, um dos líderes do PCC, viraram réus pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Marcola está preso na Penitenciária Federal de Brasília.
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Perfil
Deolane Bezerra tem 38 anos e é conhecida por ostentar sua riqueza nas redes sociais. Ela tem mais de 20 milhões de seguidores nas redes sociais.
Ela ficou conhecida após a morte trágica de seu então marido, o funkeiro MC Kevin, em maio de 2021, que caiu da varanda do quinto andar de um hotel no Rio de Janeiro.