Fumacê percorre cinco bairros nesta quinta-feira (02) – CGNotícias

O combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de arboviroses como Dengue, Zika e Chikungunya, será reforçado nesta quinta-feira (2), em cinco bairros de Campo Grande: Cabreúva, Coronel Antonino, Mata do Segredo, Margarida e Nova Lima.

As equipes da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV) da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) circularão das 16h às 22h, com o uso do serviço de borrifação ultra baixo volume (UBV) – conhecido como Fumacê.

Para uma maior eficácia do inseticida, é necessário que o morador abra portas e janelas, assim o veneno consegue atingir os locais onde há maior probabilidade de estarem os mosquitos.

Os serviços podem ser adiados ou até mesmo cancelados em caso de chuvas, ventos ou neblina, uma vez que tais atividades meteorológicas prejudicam a aplicação do veneno.

O inseticida atinge os mosquitos adultos, preferencialmente as fêmeas, que são as transmissoras das doenças. Ainda assim é possível que outras espécies sejam atingidas e, por isso, é necessária uma aplicação criteriosa do veneno.

Confira o itinerário:

#ParaTodosVerem: A imagem em destaque mostra uma equipe do Fumacê circulando e, dentro do texto, há uma tabela com os itinerários de hoje (02)

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Henrique Nogueira vence Kiko D´Amorim e representa o Pinheiros na chave principal do ITF M25





Kiko D´Amorim ainda terá chance de ir à chave principal no Qualy do Torneio

 

Henrique Nogueira será o representante do Esporte Clube Pinheiros na chave principal do ITF São Paulo M25 de Tênis. Na tarde desta quinta-feira, na quadra 9 do Clube, derrotou Francisco D´Amorim, por 2 a 0, parciais de 6/1 6/2, garantindo vaga direta na competição que começa no próximo dia 20 de julho nas quadras do Pinheiros.

O torneio classificatório do Pinheiros, entre tenistas associados, ocorre pela segunda vez consecutiva, com Kiko D´Amorim e Henrique Nogueira decidindo quem representa o Clube no torneio Future da ITF, Federação Internacional de Tênis.

Kiko D´Amorim não conseguiu jogar o que sabe, agora busca vaga na Chave Principal do M25 no Qualy. Foto – Gabriella Garbim/ECP

Na partida desta quinta-feira, Henrique Nogueira esteve sempre com o domínio do jogo, sacando bem, respondendo com sucesso os ataques de Kiko D´Amorim, fechando o jogo em 1h50.

Com a derrota, Kiko D´Amorim ainda continua com chance de disputar o Torneio M25 da ITF. Ele tem vaga garantida no Qualyfying, que será disputado no dia 19 próximo.

Henrique Nogueira falou da alegria pela vitória e por garantir vaga no ITF M25 São Paulo. “Será uma alegria muito grande representar o Pinheiros em uma chave principal de um Torneio Future. Estou feliz com minha vitória e vou dar meu máximo, com muita entrega e raça para representar bem o Clube”.

Henrique Nogueira fez uma partida perfeita contra Kiko D´Amorim. Foto – Gabriella Garbim/ECP

Sobre a vitória contra o amigo e parceiro Kiko, disse que “o resultado não diz o que foi a partida. Fui muito consistente nos pontos, errar menos porque sabia que ele poderia errar um pouco mais, consegui sacar muito bem em um jogo que não parece mais foi tenso”, disse Henrique.

BATALHA PELA SEGUNDA VAGA: DEU MACHADO

A segunda vaga para o Qualy oferecida ao Pinheiros foi decidida entre Felipe Mifano e João Machado. Um jogaço em todos os sentidos. O primeiro set, após abrir 4 a 1, Mifano não conseguiu deter a reação de Machado. Após o 6 a 6, o set foi decidido no tiebreak, vencido por Machado por 8/6. No segundo set, mais tranquilo, João Machado fechou o jogo ao fazer 6/3 e ser o segundo representante do Clube no Qualy do ITF São Paulo M25, que começa no próximo dia 19 de julho.

João Machado fez 2 a 0 jogo duro e será mais um representante do Pinheiros no Qualy do ITF M25. Foto – Gabriella Garbim/ECP

ITF M25 – O Torneio de São Paulo da ITF – Federação Internacional de Tênis – será disputado nas quadras do Esporte Clube Pinheiros. A fase de qualy marcado para o dia 19 de julho. Já a chave principal começa no dia 20, três jogadores do Azul e Preto. Como tinha uma vaga na Chave Principal e duas no Qualy, o Pinheiros promoveu um Qualy Interno para definir seus representantes.

OS JOGOS

Torneio Qualyfying de Tênis do Pinheiros

1ª rodada – Grupo A

Francisco D´Amorim 2×0 Guilherme Keleti – 6/1 6/2.

1ª rodada – Grupo B

Henrique Nogueira 2×0 João Machado –  6/4 6/4

2ª rodada – Grupo A

Francisco D’Amorim 2×0 Felipe Mifano – 6/1 6/4

Grupo B – quadra 9

Henrique Nogueira 2×0 João D’Amorim – 7/5 6/7 6/3

2ª rodada –  Grupo A

Felipe Mifano 2×0 Guilherme Keleti  – 7/5 e 6/0

Grupo B

João Machado 2×1 João D´Amorim – 4/6 7/6 6/4

Quinta-feira (2)

Final do Qualy do Pinheiros –Henrique Nogueira 2×0 Kiko D´Amorim – 6/1 6/2

Decisão da segunda vaga para o Qualy – João Machado 2×0 Felipe Mifano – 7/6 6/3

Imagem destacada – Henrique Nogueira. Foto – Gabriella Garbim/ECP

Com investimentos, integração e planejamento, MS prepara logística para futuro promissor – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Levar nossas riquezas para outros lugares, países ou até dentro do Estado, requer uma logística eficiente, qualificada e preparada para atender o desenvolvimento regional. Com esta missão o Governo do Estado promove uma série de ações para modernizar e promover a integração dos meios de transporte para o futuro, seja pelas estradas, trilhos, aviação ou nos grandes rios que cortam Mato Grosso do Sul.

Para conquistar este ambiente promissor estão sendo feitos grandes investimentos públicos, parcerias com a iniciativa privada, além de estudos e planejamento de médio e longo prazo. O Estado que cresce acima da média nacional e atrai capital privado bilionário precisa criar as condições adequadas para que estas oportunidades e desenvolvimento possam beneficiar a população.

“Estamos fazendo nosso dever de casa, ao qualificar e preparar nossa logística para o futuro. Só desta forma vamos acompanhar e suprir as demandas deste crescimento exponencial do Estado, que reflete diretamente na qualidade de vida das pessoas. Para isto temos ações e investimentos imediatos e um planejamento promissor para os próximos anos. Não podemos parar, precisamos impulsionar a economia e criar oportunidades a nossa gente”, afirmou o governador Eduardo Riedel.

Governador Eduardo Riedel durante discurso em Sonora (Foto: Bruno Rezende/Secom-MS)

O secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Artur Falcette, explicou que o foco principal é promover a integração dos modais, para que em um planejamento coletivo os resultados sejam melhores, ao invés de tratar cada um de forma isolada.

“A gente precisa justamente fazer essa transição de deixar de olhar os modais isoladamente e incorporar o conceito de logística, que é olhar para todos juntos, identificando quais são as interseções e sobrepor isso ao plano de desenvolvimento do Estado. Aonde cada área está crescendo, qual está expandindo, onde as indústrias estão se instalando para que a gente possa ter eficiência na logística”, ponderou.

Este planejamento integrado já está em andamento pelo Estado. “Assim olhamos as hidrovias, ferrovias, rodovia e os aeródromos para formarmos uma malha integrada, que possa dar competitividade ao nosso Estado. Esse é um dos fatores que depois da transição da reforma tributária, quando terminarem os incentivos fiscais, vai ser preponderante para atrair investimentos, com uma logística e competitividade real”, completou Falcette.

Secretário estadual da Semadesc, Artur Falcette (Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS)

Planejamento eficiente

Uma das principais ferramentas do Estado é um planejamento eficiente dos investimentos nos modais de transporte. Já está em fase de elaboração o novo Plano Estadual de Logística e Transportes (PELT). Este documento será uma atualização de dados e perspectivas que tem como objetivo orientar o Estado sobre as prioridades e necessidades (investimentos) nos transportes, para promover a integração e tornar estes meios mais dinâmicos e abrangentes.

Este estudo vai contemplar toda movimentação de cargas e de pessoas em todos os modais de transporte, incluindo aeroportos, ferrovias, portos, rodovias, terminais logísticos e vias navegáveis do Estado. O plano permitirá a análise das capacidades atuais e futuras dos modais.

Governo prepara plano sobre transporte de produtos de MS (Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS)

“Ele será de extrema importância para gente entender o planejamento do futuro da logística do Estado, que é complexa. Tudo que roda nas nossas estradas, aviões, portos e trilhos tem relação direta com a nossa produção, que cresceu demais e tem uma diversidade muito grande. Precisamos fazer a interligação com as indústrias e o escoamento dos produtos. Estado precisa estar preparado para o futuro”, descreveu Luís Eduardo Costa, assessor de logística da Semadesc.

O PELT/MS deve priorizar carteiras de projetos, sincronizar obras e serviços com as demandas de escoamento do agronegócio, da indústria de base florestal e mineral, do turismo e da integração fronteiriça, analisar as capacidades dos modais, bem como com os objetivos de competitividade, sustentabilidade e atração de investimentos do Estado.

O plano está sendo organizado pela EPE (Escritório de Parcerias Estratégicas), junto com a Semadesc e Seilog (Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística de MS), dentro do programa Rodar MS. A expectativa é que este documento possa nortear as ações do Estado nos próximos anos.

Rodovia MS-223 pavimentada pelo Governo do Estado (Foto: Saul Schramm/Secom-MS)

Rodovias modernas

Principal meio de transporte do Estado, a malha rodoviária está sendo preparada para estar em boas condições e assim atender o escoamento da produção, reduzir distâncias, promover segurança aos motoristas e assim impulsionar a economia regional.

O Governo do Estado promove grandes investimentos para melhorar e qualificar as rodovias estaduais. A previsão é que 5.988 km da malha (rodoviária) esteja pavimentada até o final deste ano. Benefícios diretos à população e para economia regional.

Rodovia MS-338 liga Ribas do Rio Pardo a Camapuã (Foto: Saul Schramm/Secom-MS)

De 2023 até o final de 2026 serão pavimentados 857 km de novas rodovias (estaduais), executados nesta atual gestão. Nos próximos quatro anos (2030) o Estado pode conquistar um feito inédito, que é inverter o cenário, tendo malha pavimentada estadual (6.660 km) superior a não pavimentada (5.940 km). Quem ganha com isto não é apenas a economia e sim o benefício direto à população.

“Estamos promovendo a maior transformação da malha rodoviária estadual das últimas décadas. Esse planejamento estratégico é resultado de uma visão de Estado que entende a infraestrutura como base para o desenvolvimento econômico e social. Estradas pavimentadas reduzem custos logísticos, atraem investimentos privados e, acima de tudo, mudam a vida das pessoas”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara.

Aeródromo de Maracaju inaugurado neste ano (Foto: Bruno Rezende/Secom-MS)

Expansão dos aeródromos

Os grandes desafios também são pelo ar. O Governo de Mato Grosso do Sul desenvolve um desafiador plano logístico aeroviário, com grandes investimentos nos aeroportos, tendo previsão de R$ 250 milhões até o final de 2026. O objetivo é qualificar esta infraestrutura para receber mais turistas, atrair novos capitais privados e assim gerar empregos e renda ao cidadão.

Esta nova realidade já teve grandes frutos nos últimos anos. Desde 2023 já foram investidos R$ 140 milhões do Estado. Oito aeródromos que estavam inoperantes passaram a receber pousos de colagens e sete aeroportos já atendem voos diurnos e noturnos.

Aeródromo de Inocência inaugurado em abril do ano passado (Foto: Saul Schramm)

As perspectivas são positivas, com grandes projetos previstos. Entre eles está a ampliação do Aeroporto Santa Maria (Campo Grande), além do balizamento noturno nos aeródromos de Porto Murtinho, Inocência, Paranaíba, Coxim, Naviraí, Maracaju, Nova Andradina e Jardim.

A região do Pantanal também será contemplada (Porto São Pedro e Nhecolândia), além de projetos para aeródromos em Amambai, Ribas do Rio Pardo, Aquidauana, Iguatemi e Mundo Novo.

Retomada e ampliação

A integração entre os modais abre espaço para ampliação da malha ferroviária e hidroviária no Estado. Além dos investimentos estaduais, este contexto envolve a parceria com a iniciativa privada e as discussões importantes para novas concessões federais, como no caso da Malha Oeste.

Um dos grandes projetos para o Estado é a reativação da Malha Oeste, que corta 600 quilômetros de Mato Grosso do Sul. Ela conecta Corumbá (MS) a Mairinque (SP). Ela poderá levar nossos produtos aos mercados nacionais e internacionais, inclusive dando competitividade aos produtos locais, reduzindo custos de transporte. No momento o Ministério dos Transportes faz um estudo para nova concessão do trecho.

“Nós temos um grande desafio histórico que é a recuperação e a volta das operações da Malha Oeste. Enquanto a concessão (federal) está em elaboração, dá tempo para o Estado se preparar e estudar a melhor esta situação por meio do nosso plano estadual”, observou Luís Eduardo Costa.

Retomada da malha ferroviária é um dos desafios de MS (Foto: Saul Schramm/Secom-MS)

Outro projeto que está no papel é a Nova Ferroeste, que vai conectar o Sudoeste de MS até o Porto de Paranaguá (PR) à região de Maracaju, facilitando a exportação dos produtos regionais. Ela ainda poderá ter ramais que ligam Cascavel e Chapecó.

Fruto da expansão da celulose no Estado, as grandes empresas também começam a investir nos seus próprios ramais ferroviários. A Arauco lançou neste ano a primeira ‘short line’ (linhas férreas de pequeno porte, fazendo a ligação de pequenas distâncias, geralmente atendendo fábricas em específico ou núcleos industriais) do Brasil. A nova ferrovia terá 54 km, interligando a fábrica de Inocência à Malha Norte, operada pela Rumo atualmente. 

Arauco lançou a pedra fundamental do seu ramal ferroviário (Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS)

Já em relação as hidrovias, o foco é ampliar as atividades nos dois principais rios que cortam o Estado, o Paraguai e o Paraná. Eles serão importantes para o escoamento da produção. A atividade já é desenvolvida em ambos, mas o objetivo é melhorar o que já existe.

Os principais portos continuam em Corumbá e Porto Murtinho, por isso a meta é que haja uma estratégia bem definida para os próximos anos, sempre levando em conta os trabalhos harmônicos entre as atividades econômicas e o respeito e cuidado com o meio ambiente.  

Transporte de produtos no Pantanal de MS (Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS)

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Foto da capa: Álvaro Rezende/Secom-MS

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STJ mantém prisão da influenciadora Deolane Bezerra

Por MRNews

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu negar o habeas corpus protocolado pela defesa da influenciadora digital Deolane Bezerra. A decisão foi proferida nessa quarta-feira (1°) pelo ministro Ribeiro Dantas. O despacho está em segredo de Justiça e não foi divulgado. 

Deolane foi presa no dia 21 de maio em uma operação conjunta do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil. Ela foi alvo da Operação Vérnix e é acusada de praticar atos de lavagem de dinheiro para a facção Primeiro Comando da Capital (PCC).

De acordo com a investigação, Deolane fez movimentações financeiras expressivas e tinha conexão com a cúpula da organização criminosa.

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No final do mês passado, a influenciadora e detento Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, um dos líderes do PCC, viraram réus pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Marcola está preso na Penitenciária Federal de Brasília. 

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Perfil 

Deolane Bezerra tem 38 anos e é conhecida por ostentar sua riqueza nas redes sociais. Ela tem mais de 20 milhões de seguidores nas redes sociais. 

Ela ficou conhecida após a morte trágica de seu então marido, o funkeiro MC Kevin, em maio de 2021, que caiu da varanda do quinto andar de um hotel no Rio de Janeiro.
 

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Adversária em campo, Noruega é parceira de ações ambientais do Brasil

A Seleção Brasileira tem pela frente, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, um adversário que ela nunca venceu: a Noruega. Desde 1998, foram quatro confrontos, com dois empates e duas vitórias norueguesas, e as duas equipes se encontram novamente no próximo domingo, às 17h.

Apesar do retrospecto incômodo no futebol, fora de campo os países trabalham juntos pelo meio ambiente, na conservação de florestas tropicais.

A Noruega é a principal doadora do Fundo Amazônia, criado pelo Brasil em 2008, e recentemente tornou-se sócia no Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês).

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Rios contaminados têm coloração e margem afetadas pela atuação de garimpo ilegal na região do Surucucu, dentro da Terra Indígena Yanomami, Oeste de Roraima, avistados em sobrevoo da Força Aéra Brasileira para lançamendo de suprimentos. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Proteção das florestas tropicais

O novo instrumento busca atrair recursos públicos e privados para financiar a manutenção das florestas tropicais no planeta, sobretudo na América do Sul, na África Central e no Sudeste Asiático. 

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O fundo foi lançado oficialmente durante a Conferência das Nações Unidas (ONU) sobre Mudança do Clima (COP 30), realizada em novembro de 2025, em Belém, com apoio de 66 países. 

A Noruega se comprometeu, na ocasião, a investir US$ 3 bilhões no TFFF ao longo de dez anos, o maior aporte individual e o maior investimento dos noruegueses na conservação de florestas tropicais no planeta.

Na ocasião, o ministro do Clima e do Meio Ambiente daquele país, Andreas Bjelland Eriksen, disse que o mundo estava diante do desaparecimento das florestas, “com consequências que não eram exclusivas para o Brasil”. Segundo Eriksen, a medida ajudaria na mitigação da crise climática global.

Atualmente, o TFF tem U$ 6,8 bilhões. Além dos recursos da Noruega, conta com US$ 1 bilhão do Brasil, US$ 1 da Indonésia, € 1 bilhão da Alemanha, € 500 milhões da França, € 50 milhões de Luxemburgo e US$ 5 milhões dos Países Baixos. A Fundação Minderoo prometeu US$ 10 milhões.

 

Andreas Bjelland Eriksen, ministro do Clima e do Meio Ambiente da Noruega. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

No mesmo evento, o primeiro-ministro, Jonas Gahr Støre, acrescentou que o TFFF poderia oferecer “financiamento estável e de longo prazo” e, por isso, apoiava a iniciativa. 

A proposta, desenhada pelo governo brasileiro, pretende alcançar inicialmente US$ 25 bilhões com as adesões e alavancar US$ 125 bilhões com capital privado. Os recursos serão aplicados em países com florestas tropicais, que são 70 e somam 1 bilhão de hectares.

“O Brasil precisava de parceiros que pudessem também aportar recursos [na iniciativa], e o natural era acionar os parceiros tradicionais que há anos vinham trabalhando conosco e são notórios em apoiar conservação da natureza”, explicou Garo Batmanian, diretor do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. “Com o tempo, a Noruega se aproximou e fez um aporte com condicionantes”.

Na visão do governo brasileiro, o apoio do país nórdico é fundamental para alavancar novos empréstimos e alcançar os US$ 10 bilhões iniciais. Com esse montante, o TFFF emitirá títulos que financiarão os projetos.

No radar, está a China, que, no fim de junho, mês do Dia Mundial das Florestas Tropicais, sinalizou a intenção de aderir, segundo informou o ministro da Fazenda brasileiro, Dario Durigan, ao Jornal Valor Econômico. O tema foi tratado em uma reunião entre Durigan e o ministro das Finanças da China, Lan Fo’an. De acordo com o ministro, equipes estão mobilizadas para acertar os detalhes da adesão.

Fundo Amazônia 

O TFFF se diferencia de outras estratégias baseadas em doações, como o Fundo Amazônia, que também tem a Noruega como a principal parceira.

O país nórdico contribuiu com R$ 3,8 bilhões dos R$ 4,9 bilhões do fundo, entre 2009 e 2025. Em junho, o Reino Unido fez mais um depósito, tornando-se o segundo maior doador, com R$ 500 milhões. A Alemanha é o terceiro maior parceiro, tendo investido R$ 387 milhões.

 

Floresta Amazônica – Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Fundo Amazônia já financiou mais de 650 ações de pequenos agricultores, quebradeiras de coco, indígenas, cientistas, órgãos ambientais e Corpos de Bombeiros, por exemplo, e é gerenciado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 

As medidas incluem ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, além de apoio à restauração florestal, regularização fundiária e produção sustentável.

O mecanismo foi proposto pelo Brasil na 12ª Conferência das Partes da ONU, no Quênia, e é liberado mediante comprovação da redução de desmatamento pelo Brasil. 

Noruega e suas contradições

Embora a Noruega seja uma das maiores patrocinadoras de projetos verdes no mundo, o país é um dos principais exportadores de petróleo e gás, transferindo grande parte do seu impacto climático para o exterior, uma vez que os combustíveis fósseis são os mais poluentes e considerados vilões do aquecimento global no planeta.

Apesar da contradição, para ambientalistas, em termos de cooperação internacional, os nórdicos têm importante papel de liderança.

“Diferente do futebol, no caso da natureza, jogar junto, em parceria, é fundamental, nada está desvinculado”, avaliou o vice-presidente da Conservação Internacional (CI-Brasil), Maurício Bianco.

Ele lembrou que, internamente, a Noruega tem favorecido iniciativas limpas, como adoção de veículos elétricos.

 “A Noruega tem demonstrado liderança consistente no financiamento de iniciativas de proteção das florestas tropicais e está à frente de outras nações desenvolvidas na redução do impacto ambiental de suas atividades”, afirmou Bianco.

Enquanto isso, outros grandes poluidores e desmatadores não demonstram protagonismo na agenda.

 

Vista de um braço do Rio Caeté em área de manguezal na Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu monitorada pelo projeto Mangues da Amazônia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Bianco explicou que proteger, restaurar e manejar a natureza de forma sustentável pode reduzir os efeitos da mudança climática, mas exige investimentos.

Segundo ele, a natureza recebe apenas 3% do financiamento climático global, apesar de responder por um terço das soluções para mitigar o problema. Somente na Amazônia, informou, estudos do Banco Mundial estimam a necessidade de investimentos anuais de US$ 7 bilhões. 

“A Noruega mostra para os países desenvolvidos que é importante eles financiarem soluções que possam evitar a crise climática e a [perda de] biodiversidade, para que eles mesmos não sofram com os problemas, como está ocorrendo agora”, concluiu.

De acordo com o Greenpeace Brasil, o controle do desmatamento e da degradação estão entre as principais formas de limitar o aquecimento global a 1,5ºC.

“Proteger e restaurar as florestas tropicais é fundamental para enfrentar as crises da biodiversidade e do clima, além de garantir um planeta habitável para as futuras gerações”, disse a organização em posicionamento divulgado no último Dia Mundial das Florestas, 22 de junho.

Guaratinguetá na Revolução de 1932 – Prefeitura Estância Turística Guaratinguetá

 

O Museu Conselheiro Rodrigues Alves recebe, de 2 a 30 de julho, a exposição “Cidade Sitiada”, que retrata a participação de Guaratinguetá na Revolução Constitucionalista de 1932.

Com coordenação do historiador Leandro Pereira e colaboração de Luiz Antônio Andrade e Douglas Lemes, a mostra reúne artefatos, documentos e objetos históricos que ajudam a contar um importante capítulo da história da nossa cidade.

A exposição também estará aberta aos sábados, oferecendo mais uma oportunidade para o público conhecer esse importante capítulo da história de Guaratinguetá.

De 2 a 30 de julho
 De segunda a sexta-feira, das 9h às 17h; aos sábados, das 9h às 13h
 Museu Conselheiro Rodrigues Alves
Entrada gratuita.

Regularização fundiária avança com entrega de 88 títulos em três assentamentos de MS – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

A regularização fundiária da agricultura familiar avançou mais uma vez em Mato Grosso do Sul. Nesta semana, o Governo do Estado, por meio da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), vinculada à Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), entregou 88 títulos definitivos de propriedade a famílias de três assentamentos estaduais: Terra Solidária e Terra Solidária II, em Sidrolândia, na terça-feira (30), e Carlos Roberto Soares de Mello, em Sonora, na quarta-feira (1º).

Do total, 31 títulos foram entregues em Sidrolândia e 57 em Sonora, fortalecendo o processo de regularização fundiária e garantindo às famílias a propriedade definitiva de seus lotes.

Para o gerente de Regularização Fundiária (GRF) da Agraer, Jadir Bocato, que representou o diretor-presidente Fernando Nascimento, na solenidade em Sidrolândia, o título definitivo representa muito mais do que a posse formal da terra.

“O título definitivo garante segurança jurídica ao produtor rural. A partir dele, a família passa a ter a propriedade regularizada, com tranquilidade para investir, acessar crédito, transferir esse patrimônio aos seus filhos e construir seu futuro sobre uma base legal sólida. Além disso, estamos falando de um documento que poderia custar até R$ 16 mil em cartório e que chega às famílias praticamente sem custo, graças ao trabalho do Governo do Estado. É um direito que fortalece a agricultura familiar e impulsiona o desenvolvimento das comunidades rurais”.

O documento é emitido gratuitamente pela Agraer. Caso fosse obtido diretamente em cartório, uma escritura definitiva poderia custar até R$ 16 mil. As famílias beneficiadas arcam apenas com taxas reduzidas de emolumentos cartorários, que variam entre R$ 100 e R$ 300.

A entrega em Sonora representa a segunda etapa da titulação no assentamento Carlos Roberto Soares de Mello durante a gestão do governador Eduardo Riedel. A primeira ocorreu em dezembro de 2025, quando 56 famílias receberam seus títulos definitivos. A meta da Agraer é concluir a titulação dos 242 lotes do assentamento, consolidando um dos maiores processos de regularização fundiária voltados à agricultura familiar no Estado.

Segurança jurídica

Agricultor Vilson ao lado da equipe da Agraer

No assentamento Terra Solidária II, em Sidrolândia, a emoção marcou a cerimônia. Entre os beneficiados estava o agricultor familiar Vilson da Silva, que aguardou 23 anos para receber o documento definitivo de sua propriedade.

Depois de permanecer sete anos acampado às margens da rodovia antes de conquistar seu lote, Vilson afirma que o título representa o reconhecimento de uma trajetória marcada pela persistência e pelo trabalho no campo. Hoje, ao lado da família, vive exclusivamente da produção leiteira e vê a escritura definitiva como a consolidação de um sonho construído ao longo de décadas.

“Chega a arrepiar. É a dignidade de ver que valeu a pena persistir. Hoje vivo aqui com minha família, produzo leite e entrego para um laticínio em Campo Grande. É da terra que tiro meu sustento. Se não tivesse essa oportunidade, talvez estivesse na cidade fazendo outro trabalho. Minha vida está aqui”.

Em uma área de 18 hectares, Vilson mantém um rebanho de aproximadamente 37 animais e produz entre 50 e 60 litros de leite por dia. Ao longo dos anos, contou com o apoio da Agraer para acessar diferentes linhas de crédito do Pronaf.

“A Agraer sempre foi parceira. Todos os projetos que fiz passaram por ela. Eles elaboram os projetos, encaminham para o banco e nos ajudam a produzir cada vez mais”.

Produtora Irami ao lado da família

Também beneficiada pela entrega, a agricultora familiar Irami dos Santos vive há cerca de 20 anos no assentamento e transformou a propriedade em fonte de renda para toda a família. Produtora de hortaliças, leite, frangos e diversos alimentos, comercializa sua produção nas feiras livres de Sidrolândia e também fornece alimentos para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

“Nem tenho palavras para explicar essa felicidade. Passei muita coisa para chegar até aqui, mas hoje só tenho a agradecer. A terra me deu tudo. Criei minhas netas aqui, trabalho todos os dias e continuo investindo na produção”.

No assentamento em Sonora, a agricultora familiar Nilma Oliveira também comemorou a conquista do documento. “É uma alegria muito grande receber esse título. Agora a gente tem mais segurança para trabalhar e investir na propriedade. É uma conquista para toda a família e um incentivo para continuar produzindo”.

A regularização fundiária é resultado de um trabalho integrado desenvolvido pela Gerência de Regularização Fundiária (GRF), pelo Setor de Agrimensura, pelo Núcleo de Assentamentos da Agraer e pela Coordenadoria Jurídica (CJUR), em parceria com a Procuradoria-Geral do Estado (PGE).

As solenidades em Sidrolândia e Sonora reuniram autoridades municipais, lideranças locais e servidores da Gerência de Regularização Fundiária da Agraer, entre eles Luiz Marcelo Verão, Washington Willeman, Goreti Bento e Rejane Cameschi, que atuam diretamente nos processos de titulação desenvolvidos pelo Governo do Estado.

Comunicação Agraer

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Três países que sediam a Copa de 2026 seguem na disputa

Por MRNews

Em 2026, com a Copa do Mundo sendo realizada pela primeira vez em três países, as três seleções – Estados Unidos, México e Canadá – seguem na competição e já foram classificadas às oitavas de final.

Outros países que sediaram Copas anteriores, como Uruguai, Itália, Inglaterra, Alemanha, Argentina e França ganharam a Copa em casa. Em 2026, os três anfitriões não figuram como favoritos ao título, mas aproveitaram, até aqui, a tabela favorável e a atmosfera dos estádios para ir longe.

México

O México, do técnico Javier Aguirre, teve quatro jogos e quatro vitórias, com oito gols marcados e nenhum gol sofrido. As festas nas ruas da Cidade do México superaram os protestos de grupos sociais programados para a época da Copa. O destaque da equipe é o atacante colombiano naturalizado Quiñones, autor de três gols até agora.

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Diarista confessa morte de casal de idosos e polícia aponta motivação

Os mexicanos participam pela 18ª vez de uma Copa do Mundo e nunca foram além da sexta colocação. Estacionaram nas quartas-de-final justamente nas duas vezes em que sediaram um Mundial. Em 1970, foram eliminados pela Itália levando uma goleada de 4 a 1 na cidade de Toluca. E em 1986, caíram para a Alemanha, nos pênaltis, em Monterrey.

Os mexicanos vão enfrentar a Inglaterra no próximo domingo (5), às 21h (horário de Brasília) no Estádio Azteca, pelas oitavas de final. O duelo que já aconteceu em outra Copa: em 1966, no Estádio de Wembley, em Londres, a Inglaterra fez valer o fato de ser a anfitriã daquela edição e derrubou os mexicanos por 2 a 0. 

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Destaque da equipe do México é o atacante colombiano naturalizado Quiñones, autor de três gols até agora – Reuters/Raquel Cunha/Proibida reprodução

 

Estados Unidos

No caso da seleção dos Estados Unidos, dos quatro jogos, venceu três e perdeu um. O time do técnico argentino Maurício Pochettino conta com os atacantes Pulisic e Balogun (autor de três gols) e o lateral-direito Sergiño Dest. O público norte-americano que, por anos, torceu o nariz para o “soccer”, agora consegue se empolgar com o ótimo rendimento da equipe.

Os Estados Unidos participam pela 12ª vez de uma Copa. Quando sediaram o Mundial em 1994, caíram nas oitavas de final para o Brasil, que acabou sendo o campeão. Normalmente, as oitavas de final são o limite para a seleção. A expectativa é que, atuando em Seattle, na próxima segunda-feira (6), eles consigam utilizar o “fator campo” contra a Bélgica, às 21h, em Seattle.

O duelo não é inédito nos Mundiais. Na primeira edição, em 1930, os Estados Unidos bateram os belgas por 3 a 0, caminhando para a terceira colocação em uma Copa. Mais recentemente, em 2014, na Fonte Nova, em Salvador, a Bélgica eliminou o “Team U.S.A.” por 2 a 1, justamente em uma fase de oitavas de final. 

Os belgas Courtois (34 anos), De Bruyne (35 anos) e Lukaku (33 anos) continuam atuando nesta edição, enquanto os americanos foram totalmente renovados e ficaram bem mais fortes.

Canadá

No Canadá, o hóquei no gelo é bem mais popular que o futebol. Ainda assim, os estádios de Toronto e de Vancouver ficaram lotados para as atuações da seleção do técnico norte-americano Jesse Marsch.

Com duas vitórias, um empate e uma derrota, os canadenses contam com os zagueiros Bombito e Cornelius e os atacante Jonathan David, autor de três gols até aqui, e Promise David.

Disputando apenas sua terceira Copa do Mundo, até então, os canadenses jamais tinham vencido um único jogo em Mundiais.

Por ter ficado em segundo lugar no Grupo B, o Canadá perdeu o direito de continuar jogando em seu território nas fases de mata-mata.

A vitória sobre a África do Sul foi em Los Angeles e o time enfrentará o Marrocos em Houston (Estados Unidos), no sábado (4), às 14h (horário de Brasília). Um duelo que ocorreu na Copa do Qatar em 2022: na ocasião, Marrocos venceu por 2 a 1, mas de lá para cá, as seleções mudaram bastante suas formações originais.

Stephen Eustaquio comemora com seus companheiros de equipe após marcar o gol da vitória do Canadá contra a África do Sul  REUTERS/Matthew Childs/Proibida reprodução

Jogos 

  • 4 de julho – Canadá x Marrocos – Houston (Estados Unidos) – 14h
  • 5 de julho – México x Inglaterra – Azteca (México) – 21h
  • 6 de julho – Estados Unidos x Bélgica – Seattle (Estados Unidos) – 21h

Rio celebra com luz os 14 anos do título de Patrimônio Mundial concedido pela Unesco – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Prefeitura comemora com iluminação no Cristo, Arcos da Lapa e Copacabana Palace. Foto: Divulgação/Prefeitura do Rio

A Prefeitura do Rio celebra neste mês os 14 anos da inscrição do Sítio Paisagens Cariocas entre a Montanha e o Mar na lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Para marcar a data, entre os dias 1º e 5 de julho, o Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), a Rioluz e a Secretaria Municipal de Conservação, em parceria com o Copacabana Palace, a Belmond Hotel, e o Santuário Cristo Redentor promovem uma iluminação especial em alguns dos principais cartões-postais da cidade. O Monumento ao Cristo Redentor, os Arcos da Lapa e o Copacabana Palace ganharão luzes em verde e azul, em referência ao mar e à montanha.

A conquista consagrou o Rio de Janeiro como a primeira área urbana de grandes dimensões a receber o reconhecimento internacional na categoria de Paisagem Cultural Urbana. A chancela reconhece a relação única, harmônica e criativa entre a natureza exuberante e a ocupação urbana construída ao longo dos séculos.

 

— Celebrar os 14 anos deste título é reafirmar o compromisso contínuo do município com a gestão de nossos bens culturais e ambientais. A iluminação especial nos principais cartões-postais da cidade é um tributo visual a essa herança coletiva e um lembrete de que preservar esse patrimônio é motivo de orgulho para todos nós — destaca Laura Di Blasi, presidente do IRPH.

 

A área reconhecida pela Unesco abrange marcos fundamentais da identidade visual e cultural do Rio, incluindo o Parque Nacional da Tijuca, o Jardim Botânico, o Corcovado com o Cristo Redentor, o Parque do Flamengo, a orla de Copacabana, a entrada da Baía de Guanabara, o Forte de Copacabana e o morro do Pão de Açúcar. A ação conecta a Zona Sul e o Centro em um mesmo circuito de homenagem visual, reunindo locais que testemunham a evolução urbana e cultural da cidade.

 

Com a iniciativa, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento (SMDU) e o IRPH reforçam as ações de conservação desenvolvidas nos últimos 14 anos e as diretrizes de planejamento que garantem o desenvolvimento sustentável da cidade sem descaracterizar a paisagem que rendeu ao Rio o reconhecimento internacional. Exemplo  recente é a revitalização dos Arcos da Lapa, um investimento de R$ 1,7 milhão que resgatou a imponência do monumento do século XVIII, tombado pelo IPHAN, e incluiu limpeza técnica, pintura, recuperação estrutural e a revitalização da Praça Cardeal Câmara.

 

— Os Arcos da Lapa, além de serem a maior obra de engenharia do Brasil colonial, são o grande monumento sobrevivente das transformações urbanas do Centro do Rio. Mantemos um ciclo técnico e contínuo de conservação, com etapas em 2011, 2014, 2016, 2022 e agora em 2026, respeitando o tombamento do IPHAN e usando a mesma técnica da construção original: a caiação com cal virgem, que permite que a pedra respire, diferente de uma tinta comum , eliminando a umidade e preservando as características originais. Uma cidade sem memória é uma cidade morta — afirma o secretário municipal de Conservação, Diego Vaz.

 

Como foi o processo que trouxe o título inédito no mundo

O Comitê de Candidatura foi coordenado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), com a colaboração da Prefeitura do Rio, do Governo do Estado e do Ministério do Meio Ambiente, por meio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. O dossiê de candidatura foi encaminhado ao Comitê do Patrimônio Mundial em setembro de 2009. Após o período de análise, em 1º de julho de 2012, durante a 36ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco, em São Petersburgo, na Rússia, o Rio recebeu o título de Patrimônio Mundial como Paisagem Cultural. A inscrição foi oficializada em 5 de julho de 2012.

 

O conceito de Paisagem Cultural foi incorporado pela Unesco em 1992 como uma nova forma de reconhecer bens culturais. O Rio de Janeiro, porém, quebrou um paradigma ao se tornar a primeira área urbana dinâmica e de grandes dimensões do mundo contemplada nessa categoria. Até então, os locais reconhecidos eram áreas rurais, jardins históricos, pequenos núcleos urbanos ou sistemas agrícolas tradicionais.

 

A cidade também reúne outros sítios reconhecidos pela Unesco como Patrimônio Mundial. O Sítio Arqueológico Cais do Valongo, na Região Portuária, recebeu o título em 2017 por representar o principal porto de entrada de africanos escravizados nas Américas e preservar uma memória sensível da história da humanidade. Já o Sítio Roberto Burle Marx, em Barra de Guaratiba, foi inscrito em 2021 como Paisagem Cultural por materializar o conceito inovador de jardim tropical moderno e inspirar a vocação econômica da região.

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  • 2 de julho de 2026
  • Marcações: cais do valongo Copacabana Palace IPHAN Parque Nacional da Tijuca Santuário Cristo Redentor UNESCO

    Prefeitura faz limpeza na Ernesto Geisel – CGNotícias

    A Prefeitura de Campo Grande iniciou nesta quinta-feira (2) uma força-tarefa de limpeza no entorno da Avenida Ernesto Geisel para remover o acúmulo de resíduos na região e melhorar as condições de segurança, saúde e bem-estar da população.

    A ação, coordenada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), conta com apoio da Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social (Sesdes) e da Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS). Os trabalhos devem seguir nos próximos dias.

    Para a execução dos serviços, foram mobilizados cerca de 50 servidores, 10 caminhões-caçamba e três pás-carregadeiras, utilizados na retirada de resíduos e limpeza das áreas atingidas.

    A iniciativa atende a uma demanda frequente de moradores da região, que relatam preocupação com o descarte irregular de lixo e os impactos causados pelo acúmulo de resíduos, como a proliferação de insetos e outros vetores de doenças.

    Durante a operação, equipes da Assistência Social também realizam abordagens às pessoas em situação de rua presentes no local, com oferta de atendimento e encaminhamento à rede socioassistencial do município.

    A Prefeitura destaca que a atuação conjunta das secretarias busca promover melhorias na limpeza urbana, fortalecer as ações de assistência social e garantir mais segurança para moradores e usuários da Avenida Ernesto Geisel.

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