ministro classifica como crítica situação em Dourados

Por MRNews

O novo ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, classificou como crítico o cenário de Dourados (MS), município que está em situação de emergência devido aos casos de chikungunya. 

“Quando se trata de saúde, de vidas humanas, a responsabilidade é global. Não estamos aqui para dizer que a responsabilidade era do município, do governo estadual ou do governo federal. Estamos aqui para reconhecer esta situação crítica. Portanto, não temos uma posição negacionista e vamos enfrentá-la”, disse Terena, ao visitar o município nesta sexta-feira (3).

Segundo o governo de Mato Grosso do Sul, desde janeiro até o início de abril, o número de casos confirmados da doença no estado chegava a 1.764, incluindo 37 gestantes. Havia também 1.893 casos em análise.

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Com 759 registros, em números absolutos, Dourados concentra a maior quantidade de casos prováveis de chikungunya no estado. Embora a situação atinja toda a população, tem tido maior impacto sobre as comunidades indígenas.

Dos sete óbitos registrados em todo estado, cinco ocorreram na Reserva Indígena de Dourados. Entre estas os mortos, dois tinham menos de quatro meses de vida. Os outros dois óbitos no estado foram registrados nas cidades de Bonito e Jardim.

Combate ao vetor

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu em 30 de março a situação de emergência na cidade, que a prefeitura decretou dias antes, em 27 de março.

O avanço da chikungunya em Dourados motivou o governo federal a anunciar, nesta semana, mais uma série de medidas para combater o mosquito Aedes aegypti, interromper o ciclo de transmissão da doença e aperfeiçoar o atendimento aos pacientes. A situação é mais grave na reserva indígena local, onde cinco pessoas já morreram, incluindo dois bebês.

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O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Distrito Sanitário Especial Indígena do estado (DSEI-MS) emitiu um alerta epidemiológico apontando o aumento dos casos na cidade.

Após isto, agentes da Força Nacional do SUS (Sistema Único de Saúde) foram deslocados para se incorporarem à força-tarefa composta por servidores da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) e da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, do Ministério da Saúde. 

Além de mobilizar profissionais, na última quinta-feira (2), o governo federal destinou cerca de R$ 3,1 milhões em recursos públicos para Dourados.

Do total, R$ 1,3 milhão serão destinados a ações de socorro e assistência humanitária, como apoio direto à população. Mais R$ 974,1 mil vão custear iniciativas como limpeza urbana, remoção de resíduos e destinação em aterro sanitário licenciado. Os R$ 855,3 mil restantes financiarão outras ações de vigilância, assistência e controle da chikungunya na cidade.

Contratações

Eloy Terena afirmou que os recursos liberados pelos ministérios da Integração e do Desenvolvimento Regional e da Saúde “já estão nas contas dos governos estaduais e municipais”, responsáveis por utilizá-los para contratar, em caráter emergencial, os bens e serviços necessários.

Representante do Ministério da Saúde na comitiva que acompanhou o ministro, Daniel Ramos destacou que, além das demais medidas, a pasta vai contratar, provisoriamente, e capacitar, 50 agentes de combate a endemias-20 dos quais começarão a trabalhar neste sábado (4). 

Junto com 40 militares disponibilizados pelo Ministério da Defesa, os agentes se somarão ao atendimento à população e ao combate aos focos de reprodução do mosquito Aedes aegypti.

“A assistência é uma das partes importantes e a gente vai entrar com ações contundentes de controle vetorial para reduzir esta pressão nos serviços [de saúde]”, garantiu Ramos.

Já a representante da Força Nacional do SUS, Juliana Lima, explicou que, embora as equipes de saúde estejam atuando diariamente nas aldeias Bororó e Jaguapiru, na Reserva Indígena Dourados, é difícil dizer se houve uma melhora da situação nas últimas semanas.

“O cenário está muito dinâmico. Ele vem se mostrando, dia após dia, com um perfil epidemiológico diferenciado. Então, a gente não está conseguindo ainda afirmar se há uma diminuição ou um aumento [do número de casos] nesta ou naquela aldeia. Mas fazemos o monitoramento, os registros, diariamente e, com isso, conseguimos sinalizar para a vigilância onde eles devem priorizar os atendimentos dos casos agudos.”

Lixo

Destacando a condição “sui generis” [diferenciada] da Reserva Indígena Dourados, “que foi englobada pelo município de Dourados”, estando, hoje, cercada pela crescente área urbana, Terena cobrou, da prefeitura, mais atenção à coleta do lixo nas aldeias indígenas, de forma a eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti.

“Temos que aperfeiçoar a questão dos resíduos sólidos, do lixo. É preciso atender de igual forma não só o contexto urbano, como as comunidades indígenas”, disse o ministro, que pretende se reunir com representantes dos governos municipal e estadual e discutir projetos estruturais “para que possamos chegar a estas comunidades indígenas com projetos com vistas a melhorar a coleta de lixo” nas comunidades indígenas.

Nota da Reitoria do IFSP sobre a criação de novos Institutos Federais – IFSP

Governo propõe novos institutos em SP, com expansão da rede e manutenção da estabilidade institucional

Na última terça-feira, 31 de março de 2026, foi anunciado pelo Governo Federal, em cerimônia com assinatura do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o encaminhamento de Projeto de Lei para a criação de novos Instituto Federais.

Conforme anúncio, no contexto da expansão e da reorganização da Rede Federal, a proposta prevê a criação de seis institutos: o Instituto Federal do ABC, o Instituto Federal do Interior Paulista, o Instituto Federal do Oeste Paulista, o Instituto Federal do Alto Tietê e Vale do Paraíba, o Instituto Federal Cearense e o Instituto Federal Paranaense.

No que se refere ao Estado de São Paulo, recebemos a notícia de criação de quatro novos Institutos de forma positiva, como oportunidade de corrigir uma distorção em relação ao restante da Rede Federal e, além disso, possibilidade de uma expansão estruturada da educação pública, condizente com o tamanho da população do Estado.

Destaca-se que a legislação atual estabelece a tipologia das Reitorias, o que impacta na estrutura e número de cargos, até 25 campi. O IFSP conta hoje com 41 campi em funcionamento, 13 em implantação e mais um já anunciado, de modo que, hoje, a instituição caminha para 55 unidades educacionais mais o Polo Embrapii.

O pleito, por parte do IFSP, de alguma reestruturação em São Paulo, adequando número de servidores, orçamento, cargos, etc, ocorre desde 2013. O tema já passou por consultas junto à comunidade, teve momentos de discussão no Conselho Superior, foi objeto de diferentes propostas, esteve presente nos diálogos estabelecidos diretamente nos campi no âmbito do Programa Reitoria Presente, etc.

Ciente do esforço dos servidores e servidoras do IFSP que, junto aos estudantes, levam o IFSP a patamares tão elevados, com uma estrutura organizacional proporcionalmente menor em comparação a outras instituições da Rede Federal, tendo o entendimento de que novas reitorias no Estado, com reordenamento dos campi, traria benefícios nesse sentido, com mais servidores, cargos, orçamento, além da proximidade da gestão com os respectivos campi e territórios, o Reitor do IFSP, Professor Silmário Santos, manteve os diálogos junto ao MEC, reforçando tal necessidade diante do potencial da expansão do número de unidades no Estado.

Dessa forma, a Reitoria do IFSP apresentou à Setec/MEC diferentes estudos, demonstrando a situação do IFSP em comparação com outras instituições, o potencial do Estado para a expansão considerando sua população, regionalidades, etc. Em diferentes fóruns, incluindo o Conif, a demanda seguiu sendo apresentada, bem como dialogada com diferentes instâncias do Governo Federal.

Assim, recebemos o anúncio da proposta do Governo de criar novos Institutos em São Paulo, como o resultado de um esforço coletivo em busca de melhoria das condições de trabalho, da estrutura institucional no Estado e da ampliação da oferta para a população. Tal projeto é pertinente e ocorre no âmbito de um Governo que investe na educação pública de qualidade, que tem a educação profissional e integral como política pública e que está, com essa proposta, criando as condições para uma expansão ainda maior no número de unidades no Estado de São Paulo, mas com a adequação do número de servidores, estrutura administrativa e proximidade da gestão com as especificidades regionais, propiciando o desenvolvimento territorial.

Porém, evidentemente, tal notícia gera dúvidas, preocupações e diferentes interpretações junto à comunidade.
A Reitoria do IFSP sempre tratou abertamente do tema, nos diferentes fóruns, conselhos, no colégio de dirigentes – de modo que os Diretores e Diretoras Gerais levassem informação às suas comunidades – e ao dialogar diretamente nos campi, o que se torna mais difícil, justamente pelo atual tamanho da instituição.

Nas últimas reuniões junto às diretorias gerais foram relatados os diálogos feitos junto ao MEC e apresentados estudos, com as justificativas técnicas para o pleito e vários possíveis desenhos de reordenamento, baseados em critérios geográficos, número de matrículas, etc. É importante destacar que foram ‘estudos’, com objetivo de embasar o pleito, de dar subsídios à SETEC/MEC.

Assim, a Reitoria do IFSP participou ativamente das discussões técnicas relacionadas à proposta de reordenamento, apresentando estudos baseados na estrutura já existente da instituição e nas regiões que apresentam potencial para receber novas reitorias. Essas análises consideraram critérios técnicos e administrativos, como a distribuição geográfica dos campi, a logística de deslocamento, a infraestrutura disponível, a presença de aeroportos regionais e as possibilidades de fortalecimento da gestão institucional em diferentes territórios do Estado de São Paulo.
Porém, a análise de viabilidade, a definição dos critérios e elaboração do Projeto de Lei, ocorreu por parte do MEC.

É muito importante entender que estamos diante do início de um processo legislativo. A assinatura do ato pelo Presidente da República não significa uma mudança imediata. A proposta ainda será analisada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Somente após a tramitação legislativa completa e eventual aprovação é que qualquer alteração poderá produzir efeitos jurídicos e administrativos.

Isso significa que, neste momento, não há qualquer mudança na estrutura do IFSP, no funcionamento dos campi, nos cursos ofertados, nas atividades acadêmicas ou na vida dos nossos estudantes, servidoras e servidores. Todas as atividades seguem ocorrendo normalmente, com estabilidade institucional e continuidade das ações de ensino, pesquisa, extensão e inovação.

Processos de reorganização institucional não são novidade na história da Rede Federal. A própria criação dos Institutos Federais, em 2008, por meio da Lei nº 11.892, representou uma grande reorganização da educação profissional e tecnológica no país, reunindo Escolas Técnicas Federais, Escolas Agrotécnicas e CEFETs em novas instituições multicampi. Esse processo ocorreu de forma planejada, garantindo a continuidade das atividades acadêmicas, a preservação dos direitos dos servidores e a manutenção da oferta educacional aos estudantes.

Ao longo dos anos, a Rede Federal continuou a se expandir e a se reorganizar, com a criação de novos institutos e ajustes administrativos necessários para acompanhar o crescimento da educação profissional pública no Brasil. Em todos esses casos, as mudanças ocorreram de forma gradual, com segurança jurídica e planejamento institucional. Essas experiências demonstram que eventuais reorganizações devem ser conduzidas com responsabilidade, respeitando a continuidade das políticas públicas educacionais e a estabilidade das instituições, e é isso que a Reitoria do IFSP irá defender durante o processo, respeitando o diálogo com a comunidade acadêmica.

A Reitoria ainda não teve acesso ao Projeto de Lei elaborado pela área técnica do MEC. Tão logo seja disponibilizado, seu conteúdo será compartilhado com a comunidade. Diferentes desenhos de distribuição dos campi que circulam entre a comunidade, são recortes de estudos feitos, momentos de um processo, que não necessariamente refletem o que o Projeto de Lei, por fim, apresentará ao ter definido a proposta de que São Paulo passe a contar com cinco Institutos. E, ainda assim, ao ser apresentado, o Projeto de Lei passará a ser discutido, recebendo ajustes.

Seguiremos, junto com a comunidade do IFSP, atentos aos debates que ocorrerão sobre tal projeto, com especial atenção à distribuição dos campi já existentes entre os novos Institutos criados: os critérios para tal organização, as especificidades regionais, etc. Com todo cuidado aos temas que dizem respeito às carreiras e trajetórias dos servidores, como, por exemplo, o instrumento de remoção. 

O objetivo de um reordenamento é melhorar as condições de trabalho, a estrutura do Estado e permitir a expansão da oferta com qualidade. Assim, a manutenção dos cargos eletivos, do instrumento de remoção do servidor entre as unidades do Estado, a observância de criação de cargos e funções condizentes com o processo, bem como o adequado período de transição, são fatores que a Reitoria estará atenta a defender, em sintonia com as preocupações da comunidade e, destaca-se, não há nada nos diálogos com o MEC que destoe disso, estando o Governo Federal apresentando uma proposta que responde a um anseio e necessidade do Estado de São Paulo, sem alterar princípios da Rede Federal, conquistas ou rotinas dos servidores que não sejam para melhoria das condições.

Em processo similar, recentemente houve a criação do Instituto Federal do Sertão Paraibano, reordenando os campi do IFPB. A Lei 15367/2026, sancionada em março deste ano, define a partir do Artigo 110 as garantias fundamentais para a condução democrática da nova Instituição e de proteção dos direitos dos servidores. A indicação de Reitor pro tempore deve respeitar os mesmos critérios hoje existentes para candidatura à vaga de reitor, e os servidores lotados nos campi das diferentes instituições terão o direito de movimentação pelo instrumento da remoção pelos primeiros 10 anos a partir da publicação da Lei. São questões fundamentais que, assim como foi observado no novo Instituto do Estado da Paraíba, deverá constar na criação dos novos institutos de São Paulo.

A Reitoria do IFSP reafirma o compromisso com a estabilidade institucional, com o respeito à nossa comunidade acadêmica e com a defesa da educação pública, gratuita e de qualidade. Estaremos em diálogo com o MEC e o congresso Nacional durante a tramitação desse projeto, atualizando e dialogando com a comunidade acadêmica.

O IFSP seguirá mantendo o foco naquilo que sempre nos move: a educação como instrumento de transformação social.

Seguimos juntos, com responsabilidade, diálogo e confiança no futuro da nossa instituição e na Educação no Estado de São Paulo.

Nota da Reitoria

Oxfam estima em US$ 3,55 tri riqueza escondida em paraísos fiscais

Por MRNews

A quantidade de riqueza não tributada escondida no exterior, em paraísos fiscais, pelo 0,1% mais rico supera toda a riqueza da metade mais pobre da humanidade, que corresponde a 4,1 bilhões de pessoas. A conclusão é da Oxfam, a partir de análise realizada no contexto dos dez anos do escândalo conhecido como Panama Papers, em 31 de março deste ano.

À época, o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, sigla em inglês) fez uma investigação sobre a indústria de empresas offshore. Esse tipo de empresa pode ser usada para esconder dinheiro e dificultar o rastreamento de seus verdadeiros donos. Milhões de documentos vazados foram esmiuçados por mais de 370 jornalistas de 76 países.

A Oxfam estima que US$ 3,55 trilhões em riqueza não tributada foram escondidos em paraísos fiscais e contas não declaradas em 2024. “Esse valor supera o PIB [Produto Interno Bruto] da França e é mais que o dobro do PIB combinado dos 44 países menos desenvolvidos do mundo”, divulgou a organização.

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Desse total estimado, o 0,1% mais rico detém aproximadamente 80% de toda a riqueza offshore não tributada, o que equivale a cerca de US$ 2,84 trilhões. Uma década depois do escândalo, os super-ricos continuam a usar estruturas offshore para sonegar impostos e ocultar ativos.

“Os Panama Papers levantaram o véu sobre um mundo sombrio onde os mais ricos movimentam silenciosamente fortunas imensas para além do alcance dos impostos e da fiscalização. Dez anos depois, os super-ricos continuam escondendo verdadeiros oceanos de riqueza em cofres offshore”, diz, em nota, o coordenador de Tributação da Oxfam Internacional, Christian Hallum.

Segundo a organização, há urgente necessidade de uma ação internacional coordenada para tributar a riqueza extrema e acabar com o uso de paraísos fiscais. Hallum ressalta que a situação envolve poder e impunidade. “Quando milionários e bilionários escondem trilhões de dólares em paraísos fiscais offshore, eles se colocam acima das obrigações que regem o resto da sociedade.”

“As consequências são tão previsíveis quanto devastadoras: vemos nossos hospitais públicos e escolas privados de recursos, nosso tecido social dilacerado pela crescente desigualdade e as pessoas comuns forçadas a arcar com os custos de um sistema projetado para enriquecer um pequeno grupo”, acrescenta a organização.

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A Oxfam menciona que, embora tenham sido feitos progressos na redução da riqueza offshore não tributada, ela segue persistentemente alta, em aproximadamente 3,2% do PIB global.

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No entanto, esse progresso também continua desigual entre os países. “A maioria dos países do Sul Global está excluída do sistema de Troca Automática de Informações (AEOI, na sigla em inglês), apesar da necessidade urgente de receita tributária”, destaca a Oxfam, acrescentando que pesquisadores atribuem ao AEOI a redução da parcela não tributada da riqueza offshore nos últimos anos.

“O que os Panama Papers revelaram há dez anos continua atual no Brasil: há uma arquitetura global que protege grandes fortunas enquanto a maioria da população paga proporcionalmente mais impostos. Justiça fiscal passa necessariamente por tributar os super-ricos”, defende, em nota, a diretora executiva da Oxfam Brasil, Viviana Santiago.

Sabadinho Bom terá sambas clássicos com músico Kojak do Banjo

O Sabadinho Bom apresenta, neste final de semana, o músico Kojak do Banjo, que promete levar sambas clássicos para o Centro Histórico da cidade. O evento, realizado pela Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), acontece na Praça Rio Branco, a partir das 12h30 deste sábado (4), e é livre para todos os públicos.

O diretor executivo da Funjope, Marcus Alves, afirma que o Sabadinho Bom é uma ação de muito sucesso e de muitas conquistas na cultura de João Pessoa. Ele ressalta que, a partir da iniciativa, a Praça Rio Branco está consolidada como um ambiente de encontro de gerações para escutar a boa música do estado da Paraíba e para se divertir nas tardes de sábado.

“Além disso, o Sabadinho Bom consegue desenvolver uma microeconomia para o território do Centro Histórico, no sentido de garantirmos uma circulação de pessoas. O Sabadinho Bom é essa experiência de sucesso que nós apresentamos todos os sábados para o morador de João Pessoa e para o turista que nos visita”, pontua.

Kojak do Banjo elogia a iniciativa da Funjope de realizar o Sabadinho Bom: “Está de parabéns a Funjope pelo excelente projeto que, além de movimentar o Centro Histórico da nossa cidade, está dando oportunidade também aos artistas da terra de mostrar o seu trabalho”, disse.

O repertório vai ser voltado para os sambas clássicos, de raiz, e alguns chorinhos. Nomes como Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal, Jorge Aragão estão entre os que terão suas músicas cantadas. O artista também promete levar algumas canções autorais para o público.

No palco, acompanham Kojak do Banjo os músicos Erandir Oliveira, Alisson Cavalcante e Popozinho Melo na percussão; na harmonia, Potyzinho Lucena, Renan Rezende e Eduardo Fiorussi. Também haverá participação especial de Mirandinha Sambista.

Samba na Praça – O projeto Samba na Praça, que também acontece na Praça Rio Branco, começa logo depois do Sabadinho Bom e sempre leva muito samba para o público. O repertório envolve grandes sucessos de nomes como Zeca Pagodinho, Alcione, Fundo de Quintal, Martinho da Vila, Revelação, Exaltasamba, Almir Guineto, Beth Carvalho, Ferrugem e Leci Brandão.

Os músicos são Josinaldo Nascimento na voz, Figueiredo no cavaco, Naldão no surdo, Jefferson no violão, Erisvaldo no pandeiro, Mário e Renan no tantan, Luan, Naldo e Jorge no reco-reco, Chida no vocal.

Chapecoense anuncia demissão do técnico Gilmar Dal Pozzo

A Chapecoense anunciou nesta sexta-feira (3) a demissão do técnico Gilmar Dal Pozzo. A saída do treinador se dá um dia após a derrota, por goleada de 4 a 0, da equipe catarinense para o Atlético-MG em partida válida pela 9ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.

Em comunicado, a Chapecoense afirmou que, “além do treinador, o auxiliar técnico Emerson Nunes e o preparador físico Jaelson Ortiz também deixam de integrar o quadro de colaboradores da agremiação”.

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A equipe catarinense, que ocupa a 18ª colocação da classificação com apenas sete pontos conquistados, volta a entrar em ação pela competição nacional no próximo domingo (5), quando mede forças com o Vitória na Arena Condá a partir das 16h (horário de Brasília).

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MEC divulga nova chamada da lista de espera para Fies do 1º semestre

Por MRNews

O Ministério da Educação (MEC) divulgou, nesta quinta-feira (2), uma nova convocação da lista de espera para vagas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o primeiro semestre de 2026. Os nomes dos pré-selecionados podem ser conferidos na página do Fies no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

Os estudantes têm até três dias úteis para fazer a complementação da inscrição na própria página do Fies na internet, contados a partir do dia seguinte à data da convocação.

Criado em 2001, o Fies oferece financiamento a estudantes de baixa renda em cursos de graduação em instituições privadas de ensino superior. A complementação do cadastro é uma fase obrigatória para seguir no processo de contratação com as instituições bancárias.

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Após essa etapa junto ao MEC, os estudantes devem comprovar as informações declaradas no ato da inscrição, de forma física ou digital, em até cinco dias úteis, junto à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino em que foram pré-selecionados.

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Em seguida, os convocados devem validar no banco a documentação exigida em até dez dias úteis.

A etapa de convocação por meio da lista de espera começou em 26 de fevereiro e segue até 10 de abril. Todos os inscritos que não foram pré-selecionados na chamada regular do Fies foram incluídos automaticamente na lista de espera.

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O MEC alerta que os participantes desta lista devem consultar periodicamente a página do Fies para acompanhar as próximas convocações e que todas as etapas e prazos previstos em edital devem ser rigorosamente observados para evitar a perda da vaga.

Em 2026, o total de vagas ofertadas para o Fies será de 112.168. Neste primeiro semestre, o MEC já ofertou 67.301 vagas em 1.421 instituições de ensino superior, distribuídas por 19.834 cursos e turnos.

As vagas não ocupadas após todas as convocações desta edição serão ofertadas no processo seletivo do segundo semestre.

Agência Minas Gerais | Governo de Minas anuncia R$ 67 milhões em investimentos para reforma geral do Hospital João XXIII

O governador do Estado de Minas Gerais, Mateus Simões, anunciou, na manhã desta quinta-feira (2/4), um investimento de cerca de R$ 67 milhões, em recursos estaduais, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), para uma reforma geral do Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. As melhorias no hospital já começam a ser entregues ainda em 2026.

“Ao longo desse ano a gente já tem uma mudança do conforto para os trabalhadores e para os pacientes, no ano que vem nós temos inaugurações importantes de áreas de atendimento e o pronto-atendimento, que é a grande expectativa, fica pronto em 24 meses”, destacou Mateus Simões.

O anúncio representa um desdobramento da vistoria técnica feita pelo governador no hospital no segundo dia de seu mandato (23/3), quando foram mapeadas as principais carências estruturais da unidade. Na ocasião, o governador ressaltou que conversou com a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), responsável pela gestão da unidade hospitalar, e determinou um prazo de dez dias para ser elaborado um cronograma de obras de tudo que precisa ser solucionado.

“Cumpriram o compromisso que eles tinham comigo de apresentar o cronograma em dez dias e eu estou cumprindo com eles o meu compromisso de disponibilizar 100% do recurso que foi solicitado, que ultrapassa R$ 50 milhões.”, prosseguiu Mateus Simões.

Detalhamento das obras

As obras de modernização e melhoria da infraestrutura do Hospital João XXIII conta com entregas previstas entre 2026 e 2031.

Ainda em 2026, estão previstas intervenções como a demolição de galpão para reforço do talude e reconstrução da estrutura, implantação de elevadores sociais no Edifício Cícero Ferreira, reforma e adequação de banheiros, modernização das enfermarias e avanços na área de reabilitação e fisioterapia, além de diversos projetos estruturais, como modernização da climatização, combate a incêndio, revitalização da imagenologia e melhorias nas redes de água, infraestrutura elétrica e de dados.

Para 2027, está prevista a criação de área de convivência para servidores e um novo projeto da rede de gases.

Já até 2028, o plano inclui a adequação da Central de Material Esterilizado (CME), modernização de setores estratégicos como o pronto atendimento e a imagenologia, implantação de sala híbrida de reanimação, além da execução de sistemas de segurança e climatização. As etapas seguintes contemplam a adequação da rede de gases até 2029 e, por fim, a substituição completa do sistema de telhamento até 2031.

As intervenções reforçam o papel estratégico do hospital como referência em atendimentos de urgência e emergência em Minas Gerais, contribuindo diretamente para a ampliação da capacidade, segurança e qualidade da assistência prestada à população.

Referência

Com 50 anos de atuação, o Hospital João XXIII é reconhecido como um dos maiores prontos-socorros da América Latina, referência estadual e nacional no atendimento a politraumatizados. Grande parte dos pacientes chega em extrema gravidade e sai do hospital com vida.

Diariamente, as equipes multidisciplinares da unidade atendem: motociclistas acidentados, pessoas atropeladas, feridas por armas brancas e de fogo, queimadas, crianças engasgadas com corpos estranhos ou com fraturas depois de levarem uma queda.

O hospital conta com 477 leitos e 2,7 mil servidores divididos em terapia intensiva e enfermarias. São mais de 80 mil atendimentos por ano.

Paixão de Cristo de Nova Jerusalém tem encenações até domingo

Por MRNews

O espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém terá encenações até o próximo domingo (5). A peça, que conta os últimos momentos da história de Jesus Cristo, é encenada em uma cidade-teatro localizada no município do Brejo da Madre de Deus, em Pernambuco.

A Semana Santa, especialmente a Sexta-feira da Paixão, é marcada por manifestações de fé e tradição em todo o país. No caso do evento em Pernambuco, são 57 anos de história e tradição que já atraíram quase 3 milhões de pessoas. As apresentações estão ocorrendo desde o dia 28 de março e, neste ano, homenageiam o legado do idealizador, Plínio Pacheco.

Nos palcos, a história tem início com a cena do Sermão da Montanha e termina com a ascensão de Jesus aos céus. Um elenco de 450 pessoas participa da produção, entre atores locais, figurantes e rostos conhecidos que interpretam os personagens principais.

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Neste ano, o ator Dudu Azevedo está no papel de Jesus; Beth Goulart é Maria; Marcelo Serrado interpreta Pilatos; e Carlo Porto vive Hedores.

A apresentação impressiona pelos efeitos especiais e ganha novidades a cada temporada. Nesta edição, segundo o coordenador-geral do espetáculo, Robson Pacheco, o ponto alto é o momento em que Jesus sobe aos céus.

“A cena da ascensão que está encantando a todos que já vieram e que estão vindo à Paixão de Cristo, o Jesus subindo aos céus e desaparecendo entre as nuvens, está dando assim muita emoção ao espetáculo e as pessoas estão extasiadas pela beleza cênica”, disse Pacheco, em entrevista à Empresa Pernambuco de Comunicação.

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SEOP prende flanelinhas no entorno do Maracanã nesta sexta-feira – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Agentes do setor de inteligência da pasta municipal mapearam todo o entorno do estádio e gravaram a abordagem de alguns flanelinhas – Foto: Divulgação/Seop

A Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEOP) prendeu, na manhã desta sexta-feira (03/04), quatro flanelinhas que atuavam no entorno do Maracanã, na Zona Norte. O estádio recebeu um grande evento religioso. Agentes do setor de inteligência da pasta municipal mapearam todo o entorno do estádio e gravaram a abordagem de alguns flanelinhas.

Com o material em mãos, a Subsecretaria de Operações conseguiu identificar, até o momento, quatro deles. Três foram conduzidos para a 18ª DP (Praça da Bandeira) e um outro levado para a 17ª DP (São Cristóvão). As abordagens aconteceram em vias como a Avenida Bartolomeu de Gusmão, Avenida Paula Sousa, Rua São Francisco Xavier, Rua Dona Zulmira e Avenida Rei Pelé. Os flanelinhas estavam cobrando entre R$ 20 e R$ 50 por uma vaga.

A SEOP prendeu 150 flanelinhas entre os meses de setembro e março, no âmbito da Operação Verão, encerrada no último dia 31. A atuação irregular de flanelinhas nas ruas da cidade — com cobrança de estacionamento em locais não regulamentados, de forma abusiva e por pessoas não autorizadas — configura crime de extorsão (Artigo 158 do Código Penal Brasileiro). A pena para o delito é de quatro a 10 anos de reclusão, além de multa. No entanto, muitas vezes que o crime acaba não sendo registrado como extorsão e os flanelinhas são liberados. Para que seja formalmente tipificado como extorsão, é necessário o flagrante e o comparecimento da vítima à delegacia, o que infelizmente nem sempre ocorre.

Categoria:

  • 3 de abril de 2026
  • Marcações: flanelinhas presos Secretaria de Ordem Pública seop

    Avião de pequeno porte cai em Capão da Canoa sobre restaurante

    Por MRNews

    Um avião de pequeno porte caiu na manhã desta sexta-feira (3) em Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul, sobre um restaurante que estava fechado. 

    Em comunicado, a Defesa Civil do Estado confirma a morte de três ocupantes da aeronave, um casal e o piloto. Esclarece, no entanto, que o número total de vítimas ainda está sendo apurado.

    A Defesa Civil isolou o perímetro e evacuou a área. 

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    O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foi acionado para iniciar os procedimentos de investigação das causas do acidente.

    “As informações preliminares dos documentos do plano de voo e dos familiares presentes no local dão conta de que trata-se de um casal que dividia residência entre Xangri-Lá e Ribeirão Preto, e que sairiam de Capão da Canoa e se dirigiriam ao aeroporto de Itápolis, em São Paulo”, informou a Defesa Civil.

    O porta-voz do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul, 1º tenente Rodrigo Vieira Cabral, informou que o plano de voo fornecido pelo Cenipa informava sobre a existência de um terceiro passageiro, mas essa quarta vítima não foi localizada.

    “Nós estamos aguardando a liberação do espaço pelo Cenipa, que, neste momento, está fazendo os procedimentos de perícia para as investigações. Logo em seguida, retomaremos as buscas para confirmar se esse terceiro passageiro embarcou ou não”, informou o porta-voz.

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    Janela de migração partidária termina nesta sexta-feira

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    A aeronave teria colidido com a rede de energia elétrica logo após a decolagem, por volta das 10h35 da manhã, na Avenida Valdomiro Cândido dos Reis. 

    Ao cair, atingiu um restaurante sem fazer vítimas em solo.

    “Os moradores das residências nas imediações foram retirados por conta do risco de explosões e, até o momento, não foram registrados feridos em relação ao incidente”, informou a Defesa Civil.

    De acordo com o comunicado da Defesa Civil, o fornecimento de energia foi suspenso pela concessionária e o Corpo de Bombeiros realizou o combate ao incêndio iniciado pela colisão.

    O Samu atua no local, prestando apoio aos familiares das vítimas que chegam no local do acidente.